
Você conhece Cable Beach? É uma praia muito bonita situada na costa noroeste da Austrália. Neste lindo lugar foi criado o Pinctada Resort, uma estrutura que dispõe de spa, restaurante e uma grande variedade de suites, estúdios e vilas, todos com vista para a piscina e o jardim. E se você tiver gostado da ideia de passar uns dias por lá, pode querer aproveitar o pacote Luxury Summer Bed & Breakfast, que por 224 dólares australianos (160 euros) por casal a pernoite, oferece café da manhã, alojamento e traslado.
Voltando a Cable Beach: a praia possui 22 km de comprimento (se você gosta de andar na areia é bom estar em forma!) com areia branca, águas cristalinas, clima ameno e uma atmosfera maravilhosamente relaxante. E quando você se cansar do mar, das palmeiras e dos restaurantes com vista para a praia, você pode visitar a vizinha Broome, e usufruir das atrações que a cidade tem para oferecer.

Taí a dica de um lugar lindo e muito original, localizado em um local banhado pelo mar na ilha de Tasmânia, na Austrália, onde é possível passar uma noite desfrutando da costa nas instalações de um museu. Estamos em Berriedale e o museu em questão é se chama Mona (Museu de Arte Antiga e Nova): seu apelo turístico não tem muito a ver com as obras em exposição (sem ofensa, mas esse é o tipo de coisa que é difícil avaliar e depende da opinião de cada um), mas sim com a estrutura para alojamento que foi construído ao seu redor.
Além do expaço para exposições com vista para o último trecho do rio Derwent, e que abriga obras de arte mais ou menos valiosas, o museu privado (o maior da Austrália, inaugurado em Janeiro) oferece acomodações para turistas: são 8 pavilhões nas margens do rio, com sauna, cozinha, lavanderia, internet e piscina infinity.
Os pavilhões receberam os nomes de Roy, Robin, Esmond, Walter, Sidney, Arthur, Brett e Charles, e foram construídos em 2010 para acomodar os visitantes do museu e da cidade vizinha de Hobart. Para aqueles que querem desfrutar o que o Mona tem de melhor para oferecer, há pacotes que incluem alojamento, café da manhã, degustação de cerveja e uma visita ao museu. As diárias custam a partir de 750 dólares.
Double Island Point: estamos na Austrália, em Queensland, o estado que ocupa a porção norte da ilha-continente, cerca de 230 km ao norte de Brisbane. O nome do cabo se deve a “ninguém” menos que o grande explorador James Cook, primeiro europeu a pisar ali, em 18 de maio de 1770.
Acesso livre: possui uma longa faixa de areia branca que se projeta para fora no mar do Coral e um farol, que agora é alimentado por energia solar. Não há estradas, apenas um caminho aberto na natureza, por isso só é possível chegar lá a pé ou com um 4 × 4, mesmo saindo de Rainbow Beach, o resort de onde estas fotografias foram tiradas.
Atividades; aqui é possível praticar observação de baleias (entre julho e novembro) e golfinhos, mergulho em Wolf Rock (formação de quatro pináculos vulcânicos perto dali, considerada por muitos um dos 10 melhores locais de mergulho na Austrália), surf, natação e, claro, voar de parapente.
Foto texaus1

Com suas três centenas e meia de habitantes inscritas no censo - e outras milhares não registradas -, Nimbin é um dos povoados mais peculiares da Austrália. Se encontra a uns duzentos quilômetros ao sul de Brisbane, e a uns 800 ao norte de Sidney. Os meios de comunicação o chamam de “capital australiana das drogas”, título que embora seja um tanto exagerado, não deixa de ser verdadeiro. Nimbin é o último povoado hippie, um lugar onde a cannabis é totalmente liberada. Durante a primavera e o verão recebe um grande número de visitantes e mochileiros, até porque Nimbin não é só maconha: as pessoas, um tanto peculiares, a arquitetura do lugar, tudo isso faz com que seja muito interessante dar uma volta por lá.
A onda hippie que transformou o povoado começou em 1973, cuando se celebrou por lá o Festival Aquarius, uma dessas romarias contraculturais que abundavam na década de 60 e começo dos 70. Muitos dos Aquarians se fixaram no povoado ou formaram comunidades nos arredores, e nos dez anos seguintes outros admiradores da filosofia hippie foram chegando e parando por ali.
Em Nimbin o próprio conceito de normalidade foi transformado. Lá, o que chama a atenção é ter cabelo curto, estar vestido com roupas formais ou não ter um cigarro - do tipo que for - pendurado na boca. O normal é ser hippie. A maconha é vendida e comprada com total naturalidade, e é fumada em público, em qualquer lugar. No cinema local, em vez de poltronas há redes onde, na horizontal e com um cigarrinho nas mãos, é possível desfrutar dos filmes que passam. Há hippis de meia idade, hippies adolescentes, hippies na melhor idade e, claro, crianças hippies. Familias hippies com seus cachorros hippies e suas kombi hippies.
E a última comunidade hippie do Brasil, você sabe onde fica? Descubra aqui.
Via | Fronteras Blog
Fotos | Reprodução
Ocean Sky from Alex Cherney on Vimeo.
Mais um daqueles vídeos simplesmente incríveis em time-lapse. Dessa vez, a homenagem é para o céu da Austrália, mais precisamente dos arredores de Vitória. Um ano de trabalho e mais de 30 horas de material gravado e sintetizado nesse belo vídeo feito por Alex Cherney, que soube muito bem como executar seu trabalho. Ele inclusive ganhou o prêmio STARMUS, concedido em uma concurso de astrofotografia, com todos os méritos.
Se você gostou desse vídeo e quer ver outros similares, você pode assistir aos arco-íris lunares no Parque Yosemite, na Califórnia (veja aqui), o vídeo em stop-motion de uma volta ao mundo (veja aqui), ou o belo vídeo que Joshua Brown fez sobre Coney Island (aqui). Só colocar em tela cheia e curtir…
Via | mdig

Uma nova classificação do Tripadvisor (e taí um site que classifica como nenhum outro) traz as suítes de hotel com melhor vista, do mundo. Entenda-se por vista a paisagem que você pode admirar desde a janela da suíte do hotel.
A “vista” é um desses conceitos difíceis de definir e ainda mais complicado de quantificar monetariamente, mas que sem dúvida agrega um valor significativo ao hotel. E mais, muita gente, e aí estamos nos incluíndo, estaria disposta a renunciar a outras comodidades (até mesmo espaço físico) para desfrutar de uma boa vista.
Seja na cidade, na praia ou nas montanhas, todos nós gostamos de abrir a janela ou ir para o terraço e ver uma paisagem digna de cartão postal. Ter uma bela TV no quarto é bacana, uma jacuzzi seria um ótimo adicional, wireless também sempre vai bem, mas luxo, luxo mesmo é ter uma vista incrível te dando bom dia - ou boa noite.
Claro, não encontraremos muitos hotéis baratos com esse requisito; aliás, a classificação do Tripadvisor inclui desde hotéis urbanos em Paris e Nova York até paraísos tropicais em Bora Bora, passando por vulcões, lagos e belas montanhas (veja aqui a lista completa). Todos eles parecem maravilhosos, mas o que mais chama a atenção é o Longitude 131 Lodge, não só pelas vistas fantásticas, mas por estar em um dos lugares mais peculiares da Terra: Ayers Rock, a incrível montanha do deserto australiano onde o céu muda de cor dependendo da hora do dia.
Via | Articulos de Viaje
Foto | Benoit Mahe
Nós brasileiros não resistimos a uma bela praia. O litoral aparece sempre como meta preferida para as férias e quando pensamos em água doce, quase nunca pensamos nos lagos. Talvez porque a nossa geografia não seja das mais favoráveis e nesse caso, as cachoeiras é que acabam ganhando a nossa atenção. Mas que tal “revolucionar” e pensar que existem lagos de uma beleza de tirar o fôlego? Então rendamos homenagem ao ambiente lacustre com os lagos mais lindos do mundo, onde é possívl nadar, pescar e passar algumas horas de puro relax.
A lista é de James Bell para o Luxury Travel e compreende os três lagos mais lindos do mundo, ou pelo menos, os três eleitos pelo escritor - não somos assim ingênuos de acreditar que tudo se resume a três “laguinhos”. A lista começa com um lugar muito famoso pelas suas águas transparentes, riachos, cascadas e o contecto natural extraordinário: o Parco dos Lagos de Plitvice, na Croácia, (a 140 km da Zagabria) e que todos os anos, recebe cerca um milhão de visitantes.
O Lago McKenzie fica na Austrália, para ser mais exata, na Fraser Island e se apresentam como um enorme banco de areia submersa. O lago - que mostramos na nossa gallery - não tem apenas águas cristalinas mas ainda, praias branquíssimas e perfeitas para o banho de sol depois daquele nas águas transparentes e tranquilas do lago. Não muito distante dalí encontramos o terceiro lago, o Matheson, na Nova Zelândia: um lago que mais se parece com um imenso espelho, relfetindo o cenário ao redor como as montanhas do Westland National Park. E você? Conhece algum lago de tirar o fôlego? Conte para a gente nos comentários…
Fotos: fvanrenterghem, theihno, empty007

Não é realmente estranho encontrar um jardim no estilo japonês fora do Japão. Na verdade, várias cidades podem se vantar de um jardim no melhor estilo nipônico mesmo a quilômetros e quilômetros de distância do País do Sol Nascente. O mesmo vale para aqueles com inspiração chinesa e vou ficar devendo uma explicação mais profunda sobre os dois… Enfim, tudo isso para contar a vocês sobre um jardim chinês longe da China e dedicado a um sentimento muito especial: a amizade.
O Jardim Chinês da Amizade fica em Sidney, na Austrália; algo inesperado, mesmo para uma cidade com quatro milhões de habitantes. Neste pequeno pedaço de terra é possível mergulhar em um oásis de serenidade e paz, passeando pelas pontes, riachos e plantas de um verde hipnotizante.
O parque, ao início, pode parecer pequeno e não digno dos seis dólares cobrados pela entrada mas, apenas iniciado o passeio e a ambientação inicia a descoberta de um paraíso (e o alívio de perceber que os pouco mais de US$ 5,00 foram bem gastos). A sensação de passar alguns minutos admirando a pagoda de um banco ou a dança dos chorões com o vento, não tem preço. O Jardim da Amizade fica na extremindade meridional de Darling Harbour e é aberto aos visitantes das 9h30 às 17h30.
Via: Wanderingearl
Foto: Ctudball
Lembra dos “Buracos azuis oceânicos“, aquelas cavernas que colapsaram e foram inundadas, formando túneis subterrâneos conectando rios e mares, através de galerias até hoje inexploradas? O assunto está em alta desde que pesquisadores intensificaram a exploração e a National Geographic realizou um documentário e matérias sobre o tema.
Agora Hollywood também se inspira nestas cavernas, com o filme Sanctum (Santuário), de ação-suspense, que estréia em 04 de fevereiro no Brasil.
Filmado em Queensland, na Austrália, o filme se baseia na experiência do explorador Andrew Wight, que quase perde a vida liderando um expedição por um sistema de cavernas submersas, tendo que achar uma saída alternativa depois que uma tempestade tropical colapsou a entrada. O produtor executivo é James Cameron, o mesmo de Titanic e Avatar.
Confira o trailer após o jump.

Você tem o surf nas veias? Então vai gostar de conhecer o “STB Student Surfing Festival“, que vai reunir em fevereiro estudantes do mundo todo em Dee Why Beach, Austrália, para uma mega competição nesta praia, que é um point dos melhores surfistas do circuito internacional.
Trata-se de um evento exclusivo para estudantes surfistas do mundo todo. Para competir, não é preciso ser surfista profissional, basta ter entre 14 e 30 anos. Você pode competir nas categorias High School (estudantes de ensino médio), International Students (cursos de inglês ou vocacionais), Tag Team (disputa em equipes) ou Ladies Open (just the girls!) e ainda assistir as competições University/Tertiary, disputadas entre os alunos australianos de universidades ou cursos vocacionais.
Mais informações aqui.
Fonte: STB
Foto: emmettanderson