
A “Pérola do Tapajós”, como ficou conhecida a bela cidade de Santarém, está localizada no Médio Amazonas, na confluência dos rios Amazonas e Tapajós. A cidade, que cresceu em volta desse último rio, é dona de belas paisagens e possui passeios e encantos que valem uma visita cuidadosa.
Na época das chuvas (dezembro a maio), o rio atinge até 60 quilômetros de largura, e na época da seca 45 quilômetros, ou seja, todos os passeios e atividades serão “acompanhados” por ele. Um dos destaques fica por conta da feira do pescado, que foi inaugurada recentemente e reúne os mais diversos tipos de peixe da região. Também é legal ver os pescadores chegando carregados de peixes e alimentar os botos que rondam o trapiche na época de cheia (fevereiro a julho).
Outro passeio bacana é ir ver o encontro do Rio Tapajós com o Rio Amazonas, de barco. A união do rio mais claro com o mais escuro (mais barrento), que não se misturam, cria um efeito lindo na água, e que encanta os turistas há anos. Depois ainda é possível pescar piranhas no Igarapé Açu. Esse programa duplo pode ser facilmente arranjado com uma agência de turismo local.
Mas uma das atividades mais legais, sem dúvida, é conhecer a arte de Dica Frasão, uma artesã de 90 anos que há 50 desenvolve peças de vestuário sustentáveis usando apenas a entrecasca de madeiras e palhas como buriti, açaí e tucum. São diversas peças, como chapéus, vestidos, entre outras, que podem ser conferidas na casa da artesã. Lá também funciona um museu, onde Dica reúne muitas das peças que confeccionou ao longo dos anos.
Bacana, né? As dicas são da Host & Travel. Para mais informações sobre passeios e atrações turísticas em Santarém, clique aqui.
Foto | Irene Nóbrega

Gulosos de todo e Brasil e de mais 33 países poderão curtir a partir de hoje a série “Sensacional, Brasil Sensacional“, no canal Discovery Travel & Living. São sete programas, de 22 minutos cada, que vão divulgar os sabores brasileiros em países da América Latina, mostrando toda a diversidade cultural do Brasil, seus temperos e os melhores destinos gastronômicos.
A série foi produzida pelo canal em parceria com o Ministério do Turismo, por meio da Embratur. Destaque para a culinária de Santa Catarina, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará e Pernambuco. Chefs de cozinha internacionalmente conhecidos e apaixonados pela gastronomia brasileira são os entrevistados dos programas, que serão veiculados em 33 países da América Latina, incluindo o Brasil.
Beth Beldrão (Tiradentes, MG), Narbal Corrêa (Florianópolis, SC), Damien Montecer (RJ) e Beto Pimentel (Salvador, BA) estão entre os chefs entrevistados que relatam suas experiências com os ingredientes e sabores nacionais. Deu água na boca!
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Começa nesta sexta-feira (11), a Festa do Sairé, que acontece há pelo menos 300 anos, no Pará, e se baseia na lenda do boto cor-de-rosa (uma lenda amazônica diz que o animal se transforma num belo rapaz nas noites de lua cheia, e seduz as moças das aldeias).
A festa tem uma parte religiosa, que são as procissões realizadas às margens do rio Tapajós ou no seu leito. Os moradores da vila de Alter do Chão, a maioria pescadores, procuram pedaços de troncos na floresta para servirem de mastros novos para seus barcos, enfeitados com flores e frutas.
A parte da festa propriamente dita acontece à noite: a disputa entre os botos tucuxi e cor-de-rosa, com direito a fantasias (foto) e carros alegóricos. A festa parece com o carnaval, só que tem como ritmo o carimbó.

Uma comida fascinante desse nosso imenso Brasil é o Tacacá, típica da região Norte. Trata-se de um caldo à base de tucupi (extrato de mandioca brava fermentada), goma (amido da mandioca), jambu (uma planta da região norte) e camarão seco. Prato de forte influência indígena e negra, o tacacá deixa a boca de quem come dormente, por causa do jambu, que tem uma substância anestésica.
O Tacacá da D. Maria do Carmo, de Belém do Pará, foi eleito pela revista Veja e pelo chef francês Olivier Anquier como o melhor da cidade. Se você for a Belém, não deixe de provar.
Leva tempo e trabalho braçal para preparar a iguaria: é preciso antes moer a mandioca para extrair seu sumo, um líquido leitoso, que depois descansa por um dia inteiro. Depois é cozido com alho, chicória e sal. Adiciona-se o camarão e o jambu e serve-se em pequenas cumbuquinhas de coco.
A barraquinha em que a D.Maria vende o seu Tacacá há mais de 30 anos fica em frente ao Colégio Nazaré, na avenida de mesmo nome, entre a Travessa Quintino Bocaiúva e a Av. Generalíssimo Teodoro, bairro de Nazaré.
Lista de outros lugares em Belém em que se pode comer o Tacacá.

O mercado Ver-o-Peso fica na capital do Pará que é Belém. Lá você encontra diversos tipos de comidas representantes da gastronomia locais e otras cositas más. Por exemplo as barracas de ervas que prometem curar todo tipo de coisa: desde impotência até erva para o desempregado! Seguindo a diante existem os diversos peixes de água-doce como por exemplo o Tucunaré.
Quem quiser experimentar a culinária local com um toque refinado, deve continuar o passeio pelas antigas docas que foram transformadas numa agradável praça de alimentação chamada de Estação das Docas. O lugar abriga restaurantes de chefs renomados como o Lá em Casa, do chef Paulo Martins, e o Capone, de Janjo Proença. E para a sobremesa não deixe de experimentar os sorvetes de frutas exóticas da sorveteria Cairu. Alimentos para o corpo e os olhos.