
O 2009 verá duas cidades dividirem-se o título de capital européia da cultura: Linz, na Áustria, e Vilnius, na Lituânia. Hoje falaremos da primeira, mandando a um próximo post a apresentação da outra.
O ponto de partida para ver o quê ferve na panela da cidadela austríaca é obviamente o site web. A prima vista pode parecer pouco claro, por causa das imagens que preenchem toda a página. Porém, clicando em uma foto qualquer se chega as páginas internas, que possuem uma estrutura mais tradicional: menu à esquerda e conteúdos ao centro. Em particular, o quê mais interessa esta na área EVENTS - TICKETS. Aqui podemos executar diversos tipos de pesquisa, por data, categoria ou palavra-chave, e no interior da página de cada evento visualizar uma ficha mais detalhada ou comprar os bilhetes.
É de ter em consideração a “card”: com 15 euros por um dia, 25 para três dias ou 50 (30€ com redução) para o inteiro ano se obtêm o ingresso a todos os museus da cidade, mais uma série de descontos realmente interessantes. Por exemplo, com o pass de 1 ou 3 dias (Linz09-Card) se pode obter, além de várias reduções nos ingressos, também um desconto na passagem de trem dentro da Áustria, enquanto que com o pass para o ano todo (Linz09-Insider) se obtêm também 50% de desconto em todos os eventos.
Para chegar à cidade se pode ir de trem de Munique, Salzburgo ou Viena. Para visualizar conexões aéreas clicar neste endereço.
Foto | c_pichler

São mais de 100 as localidades históricas de todo o mundo que a National Geographic colocou sob exame, excluindo por princípio as cidades transformadas em parques de diversões assim como aqueles mumificadas e privas de vida, para preparar uma classificatória das 10 melhores cidades históricas do planeta.
Pelo quinto ano consecutivo 280 especialistas e pesquisadores da National passaram em revista sobretudo os centros urbanos inseridos em contextos históricos prestigiosos e não isolados: Áustria e França obtém ótimo reconhecimento recebendo, respectivamente, o primeiro e o quinto lugar (Wachau e a abadia de Melk e Graz) e o sétimo e nono lugar (Aix-en-Provence e Digione com a região de Borgonha). Para permanecer na Europa a Bélgica com praça Gent em terceiro lugar, a Alemanha em oitavo com a área de Postdam e o centro histórico de Estocolmo em sexto.
No resto do mundo há a área de Nikko, no Japão (quarto lugar), segundo o Canal Rideau no Canadá e em décimo lugar encontramos a cidade argentina de Mendoza com as suas cantinas.
Agora já possuem a lista das 10 metas de interesse histórico para acrescentar na lista de viagens…
Foto | Flickr

Forte presença da Áustria, que conquista o primeiro lugar, na lista das 10 melhores localidades de esqui européias realizada por Trivago.it em base a avaliação dos seus usuários durante o mês de outubro.
A top ten das zonas preferidas para passar férias gratificantes na neve parte de Sölden, a mais famosa estação de esqui dos Alpes austríacos, que conta com 151 quilômetros de pistas. Medalha de prata para Merano 2000, com 40 quilômetros de pistas a 2 mil metros de altura. Em terceiro lugar ainda a Áustria, com Zell am See, próxima a Salisburgo, que conta com 25 pistas negras e uma grande atração para os snowboarder.
Segue então, de novo na Áustria, Ischgl com a estação de esqui de Silvrette Arena: 215 quilômetros de pistas e neve garantidas do final de novembro até início de maio. Val Thorens, nas montanhas francesas, é em quinto lugar e é o mais alto ski resort na Europa, a uma altitude de 2.300 metros com cumes de 3.200. A suiça Verbier, paraíso dos esquiadores offroad, sinônimo de luxo e requinte no esqui-alpinismo avançado, é em sexto lugar, e logo depois vem Saalbach Hinterglemm, nos Alpes de Salzburgo.
Também a calorosa Espanha entra em jogo com Vielha e Mijaran, no Vale de Arán, nos Pirineus catalãos. Em nono lugar encontramos Saint Lary Soulan, autêntico vilarejo de montanha na fronteira francesa. A classificação se conclui na Itália, com Cortina D’Ampezzo e o grupo Dolomiti Superski, que abrange três províncias: Trento, Bolzano e Belluno.
Qual é a vossa pista preferida na top ten?
Foto | Flickr
Bratislava, a capital eslovaca, é uma boa base de apoio para passar um dia em Viena, porque fica há apenas uma hora de trem. Sugerimos aqui um pequeno itinerário:
Chegada a Bratislava: é uma cidadezinha e o centro se concentra em poucas ruas que compreendem o lugares mais importantes. Um breve resumo dos principais lugares: passeando pela cidade velha é possível admirar as igrejas e os palácios em estilo barroco e neoclássico, onde se exibiam maestros como Liszt, Mozart e Beethoven, também a Porta de San Michele, a catedral de San Martino, o Município, o Hall da Orchestra Filarmonica e a Opera. Veja o mapa interativo
Nas costas da Cidade Antiga subindo a ladeira encontramos o Castelo de Bratislava, na Colina de Napoleão e no Slavin admirando vistas panorâmicas magnificas.
Um dia é mais que suficiente para visitar Bratislava, o que quer dizer que é possível pegar um trem domingo de manha bem cedinho para ir pra Viena; o trem da estação central de Bratislava para a estação de Viena (Südbahnhof, direto) parte das 6.50 até as 23.50 quase de hora em hora, e o preço é mínimo.
Concluindo, Bratislava não se paragona com as grandes capitais européias, mas o centro é bonitinho e há uma atmosfera agradavél, porque não fazer uma visita?