Imagine entrar na loja de uma famosa marca de chocolates e sair de lá com uma caixa de bombons nas mãos sem ter pago um centavo! Pois é isso o que acontece na loja Generous, da Anthon Berg, em Copenhagen. Ou melhor, mais ou menos isso. Para levar o chocolate pra casa é preciso pagar com a promessa de fazer uma boa ação.
A loja foi inaugurada no mês passado e possui etiquetas de preço com dizeres como esses: “Não criticar sua namorada quando ela estiver dirigindo, por uma semana“, “Servir café da manhã na cama para sua amada” e “Não fale pelas costas de seu namorado durante um mês“. O “preço” que tem tido maior procura até o momento é “Ajudar a limpar a casa de um amigo“. Uma curiosidade: as pessoas não tem se interessado muito pela opção que custa “Uma semana sem mentir para seu pai“.
Como isso pode funcionar?, você se pergunta. O esquema é bastante simples: ao invés de pagar com dinheiro ou cartão, as pessoas registram em terminais para iPad, através de suas contas no Facebook, as promessas de boas ações que devem cumprir em troca do doce. A condição de “pagamento” é publicada tanto nos murais do doador quanto do receptor das ações. Assim, os envolvidos na promessa podem fazer pressão através da rede social e garantir que a dívida seja paga no prazo estabelecido. A parte mais legal: até agora, quase todas as pessoas que compraram na loja cumpriram suas promessas e pagaram o chocolate com a “prova” publicada na página da Anthon Berg no Facebook. Dá uma olhada!
O projeto é uma parceria entre a marca e uma agência de publicidade (sim, publicidade é a alma do negócio!) cujo objetivo é aliar o nome do chocolate com generosidade e mostrar às pessoas os efeitos positivos de ser generoso.
Então você já sabe: se estiver passeando pelo centro de Copenhagen, trate de fazer uma boa ação!
Via | mdig

Mais do que um café, a Estate Coffee, que fica em Copenhage, na Dinamarca, acompanha os grãos desta planta desde o chão. A empresa compra seu café diretamente de produtores que o produzem de maneira sustentável e que respeita o meio ambiente. Lá o café também é torrado e preparado com técnicas especiais, que garantem um sabor marcante. Para acompanhar, delícias como mousse de chocolate, que combinam bem com a bebida.
“Nosso objetivo na Estate Coffee é um café tratado com excelência e cuidado, desde a semente até a xícara. Desejamos apresentar cafés com muita personalidade, sabores e gosto, cada um deles representando as condições humanas e ambientais sob as quais têm sido produzidos”.
Foto: copenhagen.unlike

Copenhage ganhou, e com razão, a fama de “terra do low cost”, mas continua sendo um desafio para os turistas descobrir alguns dos melhores hotéis para se hospedar sem desmaiar no final da estadia por causa da conta. Por isso, resolvemos elaborar uma relação com alguns hotéis bem bacanas e com diárias razoáveis na cidade.
Nossa lista de hotéis econômicos começa com o Fox, um hotel boutique de arte inaugurado em 2005, que dispõe de 61 quartos duplos a partir de 96 € por noite. E por 88 € a diária você pode preferir um quarto simples com café da manhã no Hotel Sct. Thomas. Já ao sul da Estação Central e com vista para a área industrial, o Wake Up de Copenhagen oferece uma bela decoração e quartos duplos por módicos 68 € a diária.
Você ainda pode escolher entre o Tivoli Hotel, o Hotel Christian IV , o Danhostel Copenhagen City e o Axel Hotel Guldsmeden ou o Ibsens Hotel, todos muito bons e com preços bem razoáveis. Mas se você procura por algo original, vá para o Hotel Cph Living, o hotel que fica dentro de um barco de dois andares, ancorado no cais. E também tem o Bella Sky, que abre as portas em maio deste ano, com 814 quartos por 170 euros a noite. Já não é tão barato, mas vai valer a pena!

Copenhaguen, a capital da Dinamarca, é famosa pelo alto custo de vida e também pelas altas taxas que os turistas tem que pagar para conhecer algumas de suas principais atrações turísticas. Mas saiba que é possível desfrutar de bons momentos na cidade sem desembolsar tanto. Confira algumas boas razões para dar ao menos uma passadinha pela capital.
Tem hotel bacana e com preços razoáveis: O Hotel Royal completou 50 anos em 2010, é bem tradicional e tem preços acessíveis (você vai gastar 174 € por noite se escolher um quarto duplo standard). E tem lugar bom pra comer também: a gente recomenda o lanche de peixe do Fiskebar Kodbyens. Depois de lanchar, você pode fazer um belo passeio (e a digestão também) caminhando pelos jardins do Tivoli (na foto acima), com suas ruas arborizadas, piscinas, parques de diversões e o Nimb.
Se você quiser ir às compras, e talvez encontrar souvenirs escandinavos, vá sem medo ao Illums Bolighus, um centro comercial que tem de tudo e não vai te decepcionar. E, para fechar com chave de ouro, você pode conhecer o Ny Carlsberg Glyptotek Art Museum, que além de uma admirável coleção de obras de arte tem também uma cafeteria incrível.
Foto | lacittavita

Esta casa-mosaico feita de vidros coloridos ilumina a praça que fica diante de um Biblioteca pública (Royal Danish Library), de Copenhagen, capital da Dinamarca. A obra é do artista nova-iorquino Tom Fruin, que a batizou de “Kolonihavehus“.
A palavra originalmente era usada para designar pequenos abrigos localizados em jardins, ocupados por pessoas pobres que buscavam um teto e proteção.
Na casa de vidro foram realizadas performances artísticas, como declamação de poesias, sequências de luz controladas por computador e uma instalação de som e música.
Via Blog Athas!.. e The Cool Hunter
A eleição do noma, de Copenhague, como o melhor restaurante do mundo pela revista especializada The Restaurant, transformou a Dinamarca em destino obrigatório para os viajantes que apreciam a boa mesa. O local escolhido para o empreendimento, cujo nome foi criado a partir da junção dos termos dinamarqueses “nordisk” (nórdica) e “mad” (comida), é uma antiga construção de 1747, que antes era usada para armazenar os alimentos que chegavam de navio ao país.
O restaurante, que é pilotado pelo chef René Redzepi, atraiu a atenção dos especialistas ao levar para sua cozinha moderna os principais produtos da região. Esse foi o grande trunfo do chef: conseguir fazer uma cozinha distinta e regional, fugindo do tradicional cardápio francês.
Na cozinha do noma, Redzepi e sua equipe usam diferentes tipos de cereais, berries e ervas que normalmente não são utilizadas para cozinhar, criando assim pratos únicos. Uma experiência imperdível para quem está de passagem por Copenhague. O noma fica na rua Strandgade, 93.
Fonte: Revista Menu
Foto: Reprodução
Aos apaixonados pelas duas rodas, não daquelas motorizadas, mas sim das que se movem com esforço e suor, acharão útil a classificação de Msnbc sobre as 10 cidades do mundo mais adaptadas aos percursos e descobertas com as bicicletas. Uma escolha que, além da morfologia do centro urbano, deverá naturalmente levar em conta também algumas condições ambientais, motivo pelo qual uma corrida de bicicleta em Pequin (9° colocada) cremos que seja desaconselhada, a menos que se leve junto bombas de oxigênio e respiradores!
Na ponta da classificação, talvez previsivelmente, está a holandesa Amsterdam, célebre por seus canais e decididamente amiga dos ciclistas, como todo o território desse país, rico de pistas e itinerários perfeitamente sinalizados e prazerosos de se percorrer. No segundo lugar encontramos Copenhagen, cidade dinamarquesa na qual 32% da população utiliza os pedais para movimentar-se. No terceiro lugar, eis a surpresa Bogotà, a capital colombiana que conta com quilômetros e quilômetros de percursos para bicicletas, mesmo que não existam indicações de segurança para os turistas que a escolhem como roteiro.
A brasileira Curitiba foi mesmo pensada para integrar a modalidade ciclìstica com o sistema urbano de transportes, a canadense Montreal investiu 134 milhões de dólares apenas para recuperar pistas e percursos, criando estacionamentos e pontos para o bike sharing, e a americana Portland conta com 260 milhas de itinerários reservados às bicicletas.
Passando ainda a lista, encontramos além de Pequim, Trondheim na Noruega, a vulcânica Barcellona e austera Basilea, onde também não faltam desníveis recomendados apenas aos ciclistas mais treinados.
Foto | Flickr
Depois das tentativas com multas pesadas e métodos convencionais, na Dinamarca, o Conselho de Segurança nas Estradas pensou em recorrer à beleza do corpo feminino para obrigar os motoristas a reduzirem a velocidade. E como?
Modelos em topless nos cruzamentos mais perigosos. Elas seguram a placa com o limite de velocidade e chamam a atenção dos mais apressadinhos. Diante de tanta “abundância”, os motoristas são obrigados a reduzir a velocidade e as mocinhas ajudam a comunidade a reduzir o número de acidentes. A velocidade com certeza vai diminuir mas será que os acidentes também?
Via: Notizie incredibili

O tráfico aéreo na Europa ainda não voltou completamente ao normal por causa da erupção do vulcão Eyjafjallajökull e pensando em muitos viajantes que ficaram presos em várias cidades do mundo que Lonely Planet pensou em um oportuna estratégia publicitária, colocando à disposição dos usuários do iPhone (ou iTouch) o download gratuito de alguns dos seus ótimos guias turísticos.
Os guias de viagem grátis, até amanhã (quinta, 22 de abril) são para Amsterdã, Barcelona, Berlim, Budapest, Copenhagen, Istambul, Londres, Moscou, Monaco, Paris, Roma, Estocolomo e Viena. Oportunismo ou visão estratégica? Não importa! Considerando que cada guia custa no iTunes 10/12€, podemos dizer que não vem ao caso essas questões. Melhor correr e pegar o seu! Só até amanhã!
Via: LonelyPlanet Blog

Diferentes e artísticos. Os 61 quartos do Hotel FOX, que fica em Copenhagen, Dinamarca, foram decorados por 21 artistas, designers e ilustradores, convidados para tornar o prédio único no mundo.
O Fox foi criado para o lançamento do modelo de mesmo nome, produzido pela Volkswagen. Foram convidados artistas do mundo todo nos campos do design gráfico, “urban art” e da ilustração, inclusive o artista paulistano Speto, que assina o quarto acima, “Strong enough”, e o “Llama Boy”.
Decorados com mil idéias diferentes, cada suíte tem um nome e características próprias. A dificuldade para os hóspedes é escolher em qual deles se hospedar.