
A Expedição Across the Amazon foi uma realização da Revista National Geographic, em parceria com o Canal Azul e a Toyota, e que levou seis aventureiros para uma grande viagem de travessia de leste a oeste da América do Sul, passando pelo meio da floresta e pelos Andes.
Muitos quilômetros depois, o resultado do projeto foram várias fotos e uma série de documentários, que pode ser vista de graça no Canal Fox.
“O roteiro da expedição é uma mostra da natureza em sua mais rica essência, o Amazonas mostrado de dentro. O ponto de partida é a Ponta do Seixas, na Paraíba, extremo leste do Brasil, e o de chegada é a Ponta do Talara, extremo oeste do Peru”.
A equipe viajou em duas Toyotas Hilux por mais de 35 cidades, cruzando sete estados brasileiros até o Peru, enfrentando dificuldades de terreno, desconhecimento do percurso e surpresas que a natureza guarda. O objetivo foi mostrar a diversidade da fauna e flora, além dos problemas ambientais constatados ao longo do percurso.

Prepare-se para uma verdadeira aula sobre como arrumar uma enorme mochila de viagem. Este post do viajante Antônio Calvo traz dicas aprofundadas e fotos explicativas para o mochileiro precavido. A regra de ouro é esta: “menos é mais”, e aliadas a outras como não deixar espaços vazios na mochila, usar um isolante térmico, evitar penduricalhos do lado de fora da mochila e equilibrar o peso para que não fique nem na parte superior (empurrando você para frente), nem na parte inferior da mochila (puxando para trás), são uma ajuda e tanto para a sua viagem.
“A primeira regra é que cada grama que conseguir tirar da bagagem é essencial, as outras dicas vêm em ordem alfabética: acesso, balanço, compressão e discrição”.
Acesso: O acesso aos materiais que precisará retirar durante o dia deve ser fácil, evitando que tenha que desmontar toda a mochila para pegar um objeto.
Balanço: Mantenha o máximo possível dos itens pesados próximo às costas. Carregar uma mochila fica mais fácil quando o peso está alinhado ao seu corpo. (…) Tenha em mente também o balanço lateral, evitando colocar muito peso apenas num dos lados.
Compressão: O segredo é comprimir tudo dentro da mochila e/ou dentro dos equipamentos, sem deixar espaços vazios. Guarde o fogareiro e algumas comidas dentro das panelas.
Discrição: Uma mochila discreta é aquela onde não se vê item pendurado do lado de fora. Se os equipamentos estão dentro da mochila, as chances de perder, molhar ou quebrar são mínimas!
Leia a lista completa aqui.

Durante esta semana, as “Calanques de Cassis“, na região próxima a Marselha, na França, se tornaram Parque nacional através de um decreto ministerial francês.
Calanques são formações rochosas de calcário encontrados no Mar Mediterrâneo, sendo estes na costa de Marselha os mais famosos. Eles formam um vale profundo e esbranquiçado parcialmente submerso pelo mar.
Quem visita a região pode agendar em operadores locais passeios de barco pelos Calanques, durante o ano inteiro, com exceção de alguns periodos em que o tempo estiver mesmo impossibilitando um passeio de barco.
Este vídeo mostra como utilizar a seção do Google Earth dedicada ao Titanic, que inclui um passeio virtual no navio, naufragado em abril de 1912.
“O site GPSed.com criou um passeio virtual nlo Titanic que leva o internauta a seguir a rota traçada pelo navio. A partir de um download de um KML (formato de arquivo que mostra dados geográficos), o usuário poderá reviver a viagem inaugural que naufragou há 100 anos após uma colisão com um iceberg”.
O arquivo reproduz o traçado da viagem a partir de relatos, cartas náuticas e comunicações de rádio, que assinalaram os pontos por onde a embarcação passou até o acidente no fim da noite do dia 14 de abril.
Fonte: Proxxima
A lanterna de cabeça Turbo LED Nautika é ideal para viajantes aventureiros, que gostam de trilhas à noite ou de acampamentos, e até mesmo de pescarias. Ela é alimentada por apenas 3 pilhas palitos (não inclusas), e possui um sistema de baixa utilização de energia que permite o uso por mais tempo.
Dentro da lanterna existem conjuntos de duas, quatro e oito luzes LED que podem ser utilizados separado ou juntos, de acordo com a necessidade de luz que a pessoa está precisando no momento. Se precisar de menos luz, por exemplo, pode utilizar apenas o conjunto de duas luzes LED e assim economizar as pilhas.
Ela se ajusta à cabeça através de duas tiras elásticas. Seu foco também é ajustável. A média de preço de uma lanterna assim é de R$40.
Se Porto Rico está na lista dos seus próximos destinos, com certeza é por causa do Mar do Caribe. Não é? E a gente entende perfeitamente o porquê - ô se entende!
Mas é bom ficar atento para não perder alguns dos encantos do interior do país, que conta com muitas surpresas. Entre elas está a Rota Panorâmica, uma estrada secundária que corta a ilha de leste a oeste (como você pode ver neste mapa), e que vai no sentido da Cordillera Central, a principal cadeia de montanhas do país.
São pouco mais de 250 km ao longo dos quais você vai encontrar muitos encantos naturais, algumas aldeias turísticas, cachoeiras, e o mar acompanhando o passeio praticamente o tempo todo. Sem dúvida, uma experiência que vale muito a pena. Para ter uma ideia do que a gente está falando, é só dar uma olhada no vídeo acima.
A Gruta Ordinskaya fica a leste da região de Perm Horde, na margem esquerda do rio Kungur. Trata-se da maior caverna subaquática da Rússia e da segunda maior da Eurásia. A gruta é formada por duas partes: uma externa, acima do rio, que é seca, e a parte que fica debaixo d’água.
A primeira parte possui cerca de 300 metros, enquanto a segunda chega a quase 4600 metros. E em toda essa extensão estão dezenas de túneis subterrâneos. A água parece bem cristalina, mas se torna turva com facilidade.
Apesar de exigir cilindro de oxigênio durante os mergulhos de exploração, na caverna há lugares que não estão submersos, onde é possivel emergir para respirar, recuperar o fôlego e até mesmo relaxar. Mas não vá esperando encontrar uma exuberante vida natural, o lugar é desprovido disso. Alguns poucos anfíbios são encontrados por lá, mas muito raramente.
Lembro da minha emoção, muito tempo atrás, quando via a Torre Eiffel pelo Google Maps. A riqueza de detalhes era tanta que me senti em Paris de novo, ainda que a muitos quilômetros de distância. Desde aquela época, esta ferramenta do Google evoluiu, melhorando a definição de imagem, atualizando dados e cobrindo uma área ainda maior do planeta.
A Floresta Amazônica também está entrando nos “domínios” do Google Maps, já que uma equipe formada por americanos e brasileiros foi lá mapear algumas regiões para disponibilizar na internet. Como muitas áreas da Amazônia são protegidas pelo Governo, o Maps avalia que esta é uma boa forma de tornar acessível a Amazônia a muita gente que talvez nunca tenha outra possibilidade de entrar em contato com este pedaço tão especial do mundo.
A Google Street View montou seu equipamento sobre um triciclo, que foi fixado em um barco, e tirou fotos ao longo do Rio Negro, nas Comunidade Timbira, Santa Helena e Saracá. A primeira parte do projeto conta com mais de 50 mil fotos ao todo.
“A empresa explica que as imagens devem ajudar pesquisadores e cientistas a entender melhor como é a Amazônia sem precisar estarem no país. A captura de imagens começou em agosto do ano passado”.
A iniciativa contou com a ajuda do FAS (Fundação Amazonas Sustentável). Saiba mais aqui.
Via Proxxima
As fotos que você vê nesta galeria foram tiradas dentro da mina de sal de Wielickza, na região metropolitana de Cracóvia, na Polônia. A mina começou a funcionar no século XIII, e ainda é usada para obter sal.
A mina é formada por diversas galerias e muitos túneis, que se estendem por centenas de quilometros e atingem uma profundidade de quase 327 metros. De tudo isso, 3,5 km estão abertos ao público, incluindo estátuas de personagens históricos e figuras esculpidas diretamente nas rochas.
Quem tiver a chance de visitar esse lugar incrível não pode perder as salas reais, todas ricamente ornamentadas, e pequenos lagos subterrâneos que são completamente cristalinos. Não a toa a mina é conhecida como “a catedral de sal subterrânea da Polônia.” E o lugar recebe muitos visitantes, cerca de 800.000 pessoas por ano.
Clique na galeria para ver algumas fotos tiradas neste verdadeiro universo subterrâneo!

1-Olhar estrelas no deserto de Atacama.
Com um dos céus mais claros da noite do mundo, o deserto do Atacama é o lar de alguns dos maiores telescópios do mundo.
2-Estar na linha de Capricórnio perto Antofogasta.
Não há muito para fazer na cidade mineira de Antofogasta, mas se você decidir interromper sua viagem, pense que você pode tirar uma foto de si mesmo na linha de Capricórnio.
3-Explorar a arte de rua em Valparaíso.
Há muita arte de rua em Valpo, mas existe uma concentração enorme mesmo no El Museo a Cielo Abierto – The Open Skies Gallery, A Galeria Céu Aberto.
4-Relaxar à beira do lago em Pucon ou Puerto Varas
Esse é um lindo lugar para relaxar. Também existe ciclismo offroad, escalada e esportes aquáticos como opções.