
Não é toda festa que chega a sua 94ª edição, não é? Por isso que a tradicionalíssima Festa de São Vito merece destaque no calendário de festas em São Paulo. A 94ª edição da Festa acontece até o dia 08 de julho, reunindo culinária italiana e música ao vivo nas ruas do Brás, bairro conhecido por sua herança italiana. Informações aqui.
O evento homenageia o Santo Padroeiro do sul da Itália. As ruas do Brás se enchem de barracas vendendo iguarias italianas preparadas pelas mammas, além de uma enorme cantina ser montada em local coberto com música ao vivo, pista de dança e bar com vinhos importados.
A praça de alimentação se localiza na Rua Polignano A Maré, com entrada vale-troca de R$4. A praça oferecerá tradicionais pratos da culinária italiana: antepastos, macarrão Richitelle com semolina, spaghetti Alla Puttanesca ou ao sugo, quentão, ficazzela, ficazza, churrasco de carne e linguiça, e doces como pezza dolce, castagnelle, dormosa e piccicatelle.
São esperados mais de 80 mil visitantes durante o período da Festa de São Vito, que conta ainda com as apresentações da Banda Itália-Brasil, de 12 de maio a 10 de junho, e da Banda ECE Som Itália, de 16 de junho a 8 de julho, no palco disponível em meio à cantina em local coberto na Rua Fernandes Silva, com cadeiras numeradas e espaço destinado àqueles que quiserem arriscar passos de dança.
Parte da renda do evento será encaminhada para recursos de manutenção à Creche São Vito, também conveniada com a Prefeitura de São Paulo, que conta com 110 crianças de um a quatro anos que são atendidas em período integral por voluntários da festa e profissionais contratados.
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Algumas agência de viagem que operam em Foz do Iguaçu realizam um passeio muito especial em notes de lua cheia: o Luau das Cataratas, que inclui um passeio pela parte argentina das Cataratas e um jantar no famoso restaurante Porto Canoas, que tem um cardápio delicioso estilo self-service.
“Os turistas embarcam em um trem até a estação Garganta do Diabo, famosa pela força e o som das quedas d’água. Durante uma hora os casais apreciam o espetáculo iluminado apenas pela luz da lua”.
Ideal para casais, uma noite inesquecível, apenas com o som das águas e uma lua linda no céu.
Interessados podem saber mais informações sobre pacotes oferecidos aqui e aqui.
Foto: Vilmar Machado, Click Foz

Se você é vegetariano, tem alguma restrição de saúde que mexe com sua dieta ou segue uma religião que tem determinações a respeito do que comer, pode querer saber que há a opção de pedir comida especial de acordo com suas necessidades no seu próximo voo. Você receberá uma refeição selecionada e pré-reservada por você mesmo, numa bandejinha etiquetada com seu nome, um mimo a mais para o passageiro precavido que informou com antecedência sua companhia aérea.
Geralmente, os menus especiais são oferecidos sem custo adicional e estão disponíveis nas classes primeira, executiva e econômica.
Confira também os tipos mais comuns de dieta (nem todas estão listadas aqui, há outras opções):
- Diabéticos: sem açúcar, álcool e com pouca gordura. Sem produtos panificados.
- Baixo colesterol: sem gordura de origem animal e gemas de ovos
- Pouco sódio: Sem sal, sem álcoo, baixo teor de gordura.
- Vegan: sem peixe, carne, laticínios e ovos.
- Vegetariana: sem carne, mas pode ter ovos e laticínios.
- Vegetariana asiátia: sem carne, feita de maneira específica.
- Kosher: segue preceitos judaicos, não inclui carne de porco.
- Halal: Segue preceitos islâmicos, não inclui carne de porco.
- Hindu: Sem carne de vaca.
Foto: Richard Moross
O Concurso Comida di Buteco lançou um aplicativo para aparelhos móveis que traz os botecos participantes pelo Brasil, as comidinhas concorrentes e outras informações. Também é possível votar através de seu aparelho móvel, seja ele iPhone ou iPad, ou outros celulares e tablets, pois o aplicativo também tem versão para Android.
O Comida di Buteco é um concurso que elege os melhores botecos em 16 cidades do Brasil.
O aplicativo também mostra os botecos mais curtidos na cidade selecionada pelo usuário. No aplicativo é possível encontrar também informações completas sobre o concurso, participantes, votação e lista dos vencedores de 2011. O usuário também poderá compartilhar conteúdo por email ou via redes sociais, como Facebook e Twitter.
Via Proxxima

Para atrair turistas o Vale do Café está preparando um evento gastronômico pro mês de maio, que promete estar recheado de atrações. O festival, que ganhou o nome de ‘Sabor de Botequim’, vai acontecer entre os dias 4 e 13 de maio com uma programação completa que vai desde a degustação de receitas típicas de boteco, até rodas de samba e visitação a fazendas históricas da região.
O Vale do Café fica localizado no sul do Estado do Rio de Janeiro e está em constante crescimento, com grande potencial de virar um pólo turístico regional. Como parte do festival, doze restaurantes de Vassouras(RJ) estarão marcando presença e diversos chefs também participarão do evento. A ideia é a de divulgar as tradições do lugar e ao mesmo tempo passar conhecimento para quem visitar o local.
Um dos destaques do evento é o ‘Feijão de Bamba’ com a chef Kátia Barbosa, que além de cozinhar vai dar um workshop ensinando uma receita com café. É uma programação para toda a família e deve movimentar o Vale do Café.
Fonte e Foto: Folha

Entre os dias 14 e 20 de maio, Paris abriga a Fête du Pain, ou Festa do Pão, um grande festival culinário dedicado às delícias da culinária francesa utilizando farinha de trigo, leite, fermento e ovos (e muitos outros ingredientes). Os pães franceses são uma delícia, e sobretudo a crocante baguete e o amanteigado croissant figuram no imaginário do mundo quando pensamos em pães e na França.
Quem puder participar da festa já sabe que tem que chegar lá de estômago vazio. O que não faltam são amostras grátis de pães distribuídas nas barracas do evento, além das imúmeras opções para compras. Leve seu queijo e seu patê e aproveite os dias da festa!
Também durante o evento, é escolhido o(a) padeiro(a) que faz a melhor baguete da cidade. Em 2011, o padeiro Pascal Barillon venceu centenas de outros concorrentes e sua baguete foi escolhida a melhor de Paris. Como prêmio, o vencedor ganhou, além do prêmio em dinheiro, o direito de fornecer baguetes ao presidente da França, Nicolas Sarkozy, durante um ano.
A festa também é uma excelente oportunidade para chefs de cozinha, donos de padarias e de outros profissionais que trabalhem com gastronomia e queiram conhecer as tendências e tradições da arte de cozinhar pães.
Foto: WordRidden

O mês de março é agitado na pequena cidade de Hokotika, na Nova Zelândia, por uma festa que celebra comidas “selvagens”: vermes, cérebros e testículos de animais e até bebidas feitas de sêmen. A ideia não é chamar a atenção, mas sim prestar uma homenagem ao tipo de menu que costumava sustentar os primeiros habitantes do país.
Trufas de vermes e besouros cobertos com chocolate são algumas das comidinhas que o viajante corajoso pode provar no Wildwoods Festival. O evento atrai cerca de 15 mil pessoas todos os anos, e inclui várias atividades paralelas, ou seja, os visitantes podem contar com mais atrações além das barraquinhas de vermes. Há inclusive uma animada competição para escolher qual a fantasia mais criativa, e como se pode ver pela galeria abaixo, o pessoal investe no outfit, o que me lembrou o carnaval de rua brasileiro.
Outras comidas “típicas” do Festival são os testículos de carneiro, cérebro de ovelha, minhocas tostadas e sorvete de larvas de vespa. Há uma barraca que vende colostro de vaca, injetado na boca dos visitantes através de uma pistola de pressão.
Para beber, esqueça a Coca Zero e vá de Vinho de flores Gorse ou Sêmen de Cavalo. Quem for mais delicado pode se servir de empadinhas de peixe, carne de javali e molhos de whisky. Eu, como sou vegetariana, ia escapar de ter que provar 80% do menu.
Mas além de divertido, o evento é uma oportunidade e tanto para os produtores locais da Nova Zelândia mostrarem seu trabalho a uma audiência internacional, desejosa por novidades.
Foto: eliduke
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Um “serviço de quarto” mais que especial é oferecido aos hóspedes do resort Le Taha’a, numa ilha da Polinésia Francesa: o café da manhã pode ser servido na varanda do bangalô por dois funcionários que chegam pelo mar numa canoa, vestindo roupas e adereços nativos e um deles tocando o instrumento ukulele.
Como a maioria dos resorts de luxo da Polinésia, o Le Taha’a ocupa uma ilha privativa, onde os hśopedes ficam em bangalôs individuais sobre a água cristalina do oceano.
Além de acordar no paraíso, é possível receber o dia com um café da manhã destes. Diárias começam em US$850.
Via CNN Travel
Cafe da manha em resort da Polinesia
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Cupcakes são pedacinhos do paraíso, e encantam até quem não é chegado a doces, por causa da beleza e cuidado com que são feitos. O USA Today fez uma lista de lugares em diferentes cidades americanas, que vão de Los Angeles a Chicago e Boston, passando por Orlando e Nova York, onde se pode comer um cupcake memorável. Confira a lista aqui.
Há quem diga que a nostalgia é um dos fatores que levam os norte-americanos a amar tanto os cupcakes, mas também o fato de que por serem tão pequenos, qualquer pessoa pode ser dar ao luxo de comer um, nem que seja de vez em quando.
Aqui no Brasil, um bom lugar para se comer cupcakes é a loja Cupcakes da Luana, em São Paulo. Boooommmm…

Não tem McDonald’s na Islândia. Nem Starbucks, nem as marcas mais conhecidas de fast food, que os viajantes encontram nos quatro cantos do mundo e que a gente sabe que quebram um galho e tanto durante uma viagem.
Eu não sou fã de fast food, mas confesso que já comi muito neste tipo de lanchonete em minhas viagens: é fácil de achar, você sabe o que vai comer, é barato e relativamente gostoso. E com certeza vai “matar” a fome por um tempo considerável. Além de tudo, como o próprio nome diz, é “rápido”, e você pode sair andando e comendo para aproveitar o resto do dia naquela cidade incrível.
Os viajantes gourmet já estão de estômago revirado com este meu relato, ou já pularam este post (só não desistam do blog, eu peço!). Mas a verdade é que eu também acho que o ideal mesmo é viajar e comer a comida típica de cada país, preferindo os locais às grandes redes de fastfood.
E na Islândia, você não terá outra opção a não ser comer “local”. Depois da crise econômica, as três unidades da McDonald’s que existiam neste pequeno e isolado país bateram em retirada alegando não ter condições de se manter nestas “complexas condições econômicas”. Com uma população de apenas 300 mil habitantes e uma localização tão ao norte que já foi escolhida como a casa do Papai Noel, a Islândia deve ser um desafio e tanto para qualquer multinacional.
Foto: Landlopers