
O mês de março é agitado na pequena cidade de Hokotika, na Nova Zelândia, por uma festa que celebra comidas “selvagens”: vermes, cérebros e testículos de animais e até bebidas feitas de sêmen. A ideia não é chamar a atenção, mas sim prestar uma homenagem ao tipo de menu que costumava sustentar os primeiros habitantes do país.
Trufas de vermes e besouros cobertos com chocolate são algumas das comidinhas que o viajante corajoso pode provar no Wildwoods Festival. O evento atrai cerca de 15 mil pessoas todos os anos, e inclui várias atividades paralelas, ou seja, os visitantes podem contar com mais atrações além das barraquinhas de vermes. Há inclusive uma animada competição para escolher qual a fantasia mais criativa, e como se pode ver pela galeria abaixo, o pessoal investe no outfit, o que me lembrou o carnaval de rua brasileiro.
Outras comidas “típicas” do Festival são os testículos de carneiro, cérebro de ovelha, minhocas tostadas e sorvete de larvas de vespa. Há uma barraca que vende colostro de vaca, injetado na boca dos visitantes através de uma pistola de pressão.
Para beber, esqueça a Coca Zero e vá de Vinho de flores Gorse ou Sêmen de Cavalo. Quem for mais delicado pode se servir de empadinhas de peixe, carne de javali e molhos de whisky. Eu, como sou vegetariana, ia escapar de ter que provar 80% do menu.
Mas além de divertido, o evento é uma oportunidade e tanto para os produtores locais da Nova Zelândia mostrarem seu trabalho a uma audiência internacional, desejosa por novidades.
Foto: eliduke
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Water & Rocks, New Zealand from Metron on Vimeo.
Este é um vídeo belíssimo do fotógrafo Víctor Novikov, que mostra alguns dos pontos mais emblemáticos da Nova Zelândia em imagens simplesmente magníficas: o Monte Cook, o Monte Tasman, o lago Tekapo, o Remarkables, e claro, o fantástico fiorde de Milford Sound.
Assim é a “terra da grande nuvem branca”, um país de beleza sobrenatural onde o toque da mão do ser humano é percebido apenas sutilmente e a natureza reina em todo seu esplendor; um país onde deixamos de ser protagonistas e passamos a meros espectadores diante de maravilhas naturais que fazem com que a gente se sinta muito, muito pequena.
É o mínimo que se pode dizer de um lugar com paisagens de tirar o fôlego. O curta se chama: Água e Rochas: Nova Zelândia. E diante da beleza das imagens a gente acha que precisa dizer mais nada…
Via | Diario del Viajero

Viajando de mesa em mesa, de cozinha em cozinha: é assim que descobrimos os sabores tradicionais de cada país e saboreamos seus pratos tradicionais. Hoje, vamos conhecer uma típica iguaria da Austrália e da Nova Zelândia: a meat pie, um pastelão de carne.
A cozinha atual dos dois países combina traços britânicos e indígenas com influências mediterrâneas e asiáticas. Os primitivos colonos britânicos trouxeram carnes e grãos tradicionais da Europa, que ainda são a base da alimentação australiana. Assim, é possível encontrar por toda parte os famosos fish & chips e as meat pies.
Trata-se de uma torta (ou pastelão) pequena, de massa macia e recheio de carne picada à qual se juntam diversos ingredientes, como cebola, cogumelos e queijo. É um dos pratos mais práticos e baratos para pedir em qualquer restaurante, seja na Austrália ou na Nova Zelândia, principalmente se você procura o lanche mais adequado para saborear enquanto assiste a uma partida do campeonato australiano.
Deve caber na palma da mão, ser macia e suculenta, e comer bem quente com um pouco de ketchup. A marca de torta mais conhecida nos dois países é a Four’N Twenty, que exporta suas tortas de vitela e frango para diversas partes do mundo. É tanto amor pela tal da meat pie que existe diversos concursos nacionais para escolher a melhor torta. Vale a pena provar!
Fonte | Diario del Viajero
Foto | LaRuth

O mercado de trabalho está cada vez mais rigoroso quando o tema é língua estrangeira e, para melhorar essa situação chata é sempre bom fazer um intercâmbio aproveitando das promoções e eventos que existem com preços baixos ou sem custo nenhum.
O Waiaraki Institute of Technology está disponibilizando 200 bolsas de estudos para o primeiro semestre de 2012 para alunos que se interessem em estudar inglês na Nova Zelândia. O instituto só não se responsabiliza com as despesas extras com transporte, comida, estadia, etc.
A promoção estará disponível até 20 de fevereiro de 2012, e se o aluno quiser prosseguir nos estudos terá como incentivo 50% de descontos no valor do segundo semestre de 2012, uma ótima oportunidade para quem quer dar um ‘up’ no currículo e treinar um pouco o inglês. Não se esqueça de tirar o visto e boa sorte!
Fonte: Universia
Basta olhar as imagens para a imaginação começar a funcionar: seriam enormes bochas deixadas na praia por gigantes, cansados de jogar? Ou então, ovos petrificados de dragões extintos ou ainda, restos - sempre petrificados - dos cascos de um navio legendário, como diz a uma velha legenda maori? Outra pergunta que surge espontânemente: como essas pedras redondas foram parar em Moeraki, uma pequena vila de pescadores?
Nos encontramos em Te Wai Pounamu, a mais meridional das duas ilhas da Nova Zelândia, ao longo da costa oriental da ilha, mais precisamente na praia pouco distante de Moeraki, que um tempo era um porto para baleeiros.
O lugar não é exatamente uma atração turística. Mas talvez baste saber que justamente alí é possível parar tranquilamente longo o litoral, estacional ne frente do pequeno bar de Sarah e Scott, descer até a praia e ficar observado estas rochas redondas, talvez especulando a sua origem, exatamente como fizemos no primeiro parágrafo. Dá para acreditar que estas pedras podem chegar a três metros de diâmetro, pesam toneladas e possuem uma idade de 60 milhões de anos? Gostou? No site dedicado às “Moeraki Boulders”, dicas de hospedagem, restaurantes e a explicação científica do fenômeno.
Fotos: sheilaellen | MSeses | Sperling | elisfanclub.
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Nós brasileiros não resistimos a uma bela praia. O litoral aparece sempre como meta preferida para as férias e quando pensamos em água doce, quase nunca pensamos nos lagos. Talvez porque a nossa geografia não seja das mais favoráveis e nesse caso, as cachoeiras é que acabam ganhando a nossa atenção. Mas que tal “revolucionar” e pensar que existem lagos de uma beleza de tirar o fôlego? Então rendamos homenagem ao ambiente lacustre com os lagos mais lindos do mundo, onde é possívl nadar, pescar e passar algumas horas de puro relax.
A lista é de James Bell para o Luxury Travel e compreende os três lagos mais lindos do mundo, ou pelo menos, os três eleitos pelo escritor - não somos assim ingênuos de acreditar que tudo se resume a três “laguinhos”. A lista começa com um lugar muito famoso pelas suas águas transparentes, riachos, cascadas e o contecto natural extraordinário: o Parco dos Lagos de Plitvice, na Croácia, (a 140 km da Zagabria) e que todos os anos, recebe cerca um milhão de visitantes.
O Lago McKenzie fica na Austrália, para ser mais exata, na Fraser Island e se apresentam como um enorme banco de areia submersa. O lago - que mostramos na nossa gallery - não tem apenas águas cristalinas mas ainda, praias branquíssimas e perfeitas para o banho de sol depois daquele nas águas transparentes e tranquilas do lago. Não muito distante dalí encontramos o terceiro lago, o Matheson, na Nova Zelândia: um lago que mais se parece com um imenso espelho, relfetindo o cenário ao redor como as montanhas do Westland National Park. E você? Conhece algum lago de tirar o fôlego? Conte para a gente nos comentários…
Fotos: fvanrenterghem, theihno, empty007
O terremoto de 6,3 graus na escala Richter que sacudiu hoje o sul da Nova Zelândia deixou 80% da cidade de Christchurch sem abastecimento de água. A chuva que cai sobre a cidade se tornou mais um transtorno: as autoridades locais estão pedindo à população que colete a água da chuva para uso doméstico. A cidade, segunda maior do país, foi uma das mais afetadas pelo terremoto, cujo epicêntro localizou-se a apenas 10 quilômetros, a uma profundidade de 5 quilômetros abaixo da superfície.
Os voos internacionais do aeroporto de Christchurch provavelmente serão cancelados até amanhã (23), por conta dos danos causados ao terminal. De acordo com a cadeia de televisão TVNZ, desde que o grande terremoto aconteceu, às 00:51 de hoje, vários outros tremores de intensidade significativa foram registrados a poucos quilômetros de Christchurch.
A TVNZ entrevistou o sismólogo John Ristau, que disse que o terremoto não poderia ter sido previsto, mesmo depois do terremoto de sete graus registrado em setembro de 2010, a 55 quilômetros de Christchurch, e que foi considerado pelo Instituto de Ciências Geológicas Nucleares o pior terremoto ocorrido na Nova Zelândia nos últimos 80 anos. Ainda assim, nessa ocasião registrou-se apenas uma única morte, enquanto que no ocorrido na última madrugada já foram contabilizados mais de 60.
Continuar lendo: Nova Zelândia: primeiras consequências do terremoto em Christchurch (Vídeo)
Existem paisagens tão incríveis, que as vezes é até difícil acreditar que elas são reais. É o caso da paisagem da Capadócia, na Turquia. O cenário natural é tão fantástico, que chegou a ser cogitado como locação para o filme Guerra nas Estrelas, de George Lucas.
Segundo Álvaro Garnero, Lucas desistiu da ideia porque achou que o lugar era “perfeito demais”. Assim, o longa foi rodado na não menos incrível cidade de Mos Espa, que fica no sudoeste da Tunísia. Um país bastante escolhido como cenário de filmes e séries de televisão é a Nova Zelândia. Suas paisagens exuberantes podem ser vistas na saga O Senhor dos Anéis, O Último Samurai e Wolverine, para citar apenas alguns exemplos.
E claro, a Austrália não poderia ficar de fora dessa lista. O país tem um visual tão incrível que salvou o filme homônimo, estrelado por Nicole Kidman e Hugh Jackman, do fiasco total. Ficou curioso? Conheça algumas dessas paisagens fantásticas visitando nossa galeria!
Continuar lendo: Conheça paisagens reais que inspiraram filmes de ficção
Querem saber como é uma “Premium Economy Class” lá para os lados da Nova Zelândia? Basta ver o vídeo de apresentação da Air New Zealand, publicado pela Gadling.com. Aqui, ainda uma galeria bem explicativa, além do artigo completo. As poltronas são “space seats” muito mais espaçosos, maior é a distância entre os lugare, com muito mais espaço para as pernas além de portas USB e conexão para o iPod. As poltronas ainda possuem uma maior possibilidade de inclinação e orientamento; tudo para garantir mais privacidade e uma melhor vista das janelas.
Tudo não passa de um protótipo, mas algumas destas novidades já estarão à disposição dos passageiros da companhia em novembro de 2010. Um sonho de classe econômica, vocês não acham? Agora nos resta esperar que as idéias da Air New Zealand sejam imitadas pelas outras companhias e principalmente, nos resta verificar a diferença de preço entre um bilhete “economy” e um “premium economy”…
Via: Gadling.com

A partir de abril, casais e pequenas famílias que voarem pela Air New Zealand, da Nova Zelândia, poderão optar por uma “cama de casal”, na classe econômica.
“As camas são formadas quando os descansos para os pés em três poltronas, uma ao lado da outra, são elevados até o nível dos assentos”, explica a BBC.
Mas a opção deve ser bem cara: os interessados precisam comprar os três assentos, sendo o terceiro pela metade do preço.
A Air New Zealand já foi notícia por ter feito um vídeo com as informações sobre segurança no voo com personagens nus, usando apenas uma pintura corporal imitando o uniforme da equipe de comissários e comandantes, e por ter feito um voo “cupido”, para promover a paquera entre os passageiros.
Fonte: Blog de Viagens