
Passeando por Barcelona impossível não cair na área mais famosa, a La Rambla. É alí que os artistas de rua se concentram, com muitas estátuas humanas, mímicos, malabaristas, todos em busca de algumas moedas e da simpatia dos turistas mas parece que as autoridades locais querem acabar com a festa.
Barcelona decidiu abrir um tipo de curso de formação para quem quiser trabalhar como estátua humana na zona que vai da Plaza Catalunya até o Porto Velho. Apenas quem fizer o curso poderá trabalhar como estátua nas Ramblas e assim, ganhar a vida graças à generosidade dos 70 milhões de pessoas - entre turistas e barceloneses - que passar por alí durante um ano.
A partir da próxima primavera, apenas 30 artistas poderão se instalar alí, com um espaço delimitade de 70×70 cm para a performance e altura máxima do pedestal de 20 cm. Proibido usar máscaras, fantasias, animais, armas e músicas que possam ir “contra o decoro público”.
Via: La Stampa
Foto: Jos Dielis

Na sua próxima viagem a São Francisco, não esqueça de visitar o Fisherman’s Wharf, isso se você ainda não passou por alí… Trata-se de uma grande atração turística com restaurantes, aquários e antigos bondes. Daqui é possível admirar uma vista maravilhosa para a Golden Gate Bridge e sempre daqui se parte para o tour (em barco) para Alcatraz.
Muitos artistas de rua servem de decoração às muitas propostas do Fisherman’s Wharf, que é a velha área dos pescadores e onde ainda é possível encontrar os leões marinhos e degustar peixes, crustáveos e moluscos. O Fisherman’s Wharf se encontra na Jefferson Street, entre Hyde e Powell Streets. Dizem que encontrar um estacionamento é realmente difícil e caro portanto, melhor chegar até alí com o transporte público.

Um dos símbolos de Nova York, e certamente aquele de Wall Street, ganhou um belo presente de Natal. A artista Agata Olek decidiu cobrir a estátua de bronze símbolo da virilidade e força do distrito financeiro com uma grande capa de crochê multicolorida. O touro de bronze está alí desde o Natal de 1989 e é obra do escultor siciliano Arturo Di Modica. A artista justifica assim a sua obra:
“Fiz por todas as pessoas que puderam fazer o mesmo pelos seus familiares e para todas as pessoas que não possuem uma coberta e nem dinheiro”
O revestimento de crochê para o touro - longo 5 metros e que pesa três toneladas - é o presente de Natal da artista à cidade de Nova York mas também, uma homenagem ao escultor italiano que colocou a sua obra, abusivamente, na praça da Bolsa de Valores, dribalndo todo o controle policial. Depois foi transferida para a Bowling Street, onde se encontra atualmente. Depois do crack de 1987, virou um amuleto e sinônimo de retomada do crescimento americano. A obra de Olek não durou muito. A “coberta” foi retirada pela segurança logo ao amanhecer. Depois do pulinho, o vídeo da aventura…
Via: Il Sole 24
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As férias já estão acabando e você já está de volta à cidade grande sem saber o que fazer antes de voltar ao batente? Que tal um passeio por São Paulo para descobrir os grafites mais bacanas que enfeitam a cidade? A Veja São Paulo criou um roteiro com a localização exata de cada “obra”, transformando a capital paulista em uma galeria a céu aberto.
A foto do post, por exemplo, é o grafite assinado pelo artista plástico paulistano Eduardo Kobra. Fica na Avenida 23 de Maio que hoje é uma das mais movimentada. Nos muros, uma São Paulo tranquila, inspirada nos anos 20. Mas ainda tem muito mais: na Paulista, na Rua Marquês de Paranaguá, na Dona Antônia de Queirós, na Júlio de Mesquita Filho… O mapa completo está bem aqui! Bom passeio!!!
Via: Veja São Paulo
Imagina olhar as fotos daquela viagem adorável à China e perceber que no meio da sua paisagem tem um chinês! Mas não é passante qualquer e sim o artista Liu Bolin que gosta de se clamufar na paisagem urbana, recriando no seu próprio corpo parte dela.
“O homem invisível” de Liu Bolin já foi até tema de reportagens de grande jornais, como o Telegraph. O artista se pinta de acordo com o cenário e depois vem fotografado, se misturando ao ambiente, como um camaleão. Curioso, não? Mais fotos aqui.
Via: Torresmo Fresco
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Quem é que nunca se deparou com aquelas rodinhas de gente observando algum artista de rua? Hoje falamos de Julian Beever, um artista de Chalk art - arte do giz, capaz de criar cenários surreais em calçadas de todo o mundo. Ele já passou pelo Reino Unido, Bélgica, Franca, Holanda, Alemanha, Austria, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Austrália e Brasil, colorindo de fantasia pedaços de concreto sem vida. Sobre o seu trabalho, ele declarou:
“Minha arte é para todos. A arte não deve ficar escondida em galerias, bibliotecas e livros. Arte deveria ser para todos e não apenas alguns. O ideal são os dias de sol forte, pois quando chove, significa que eu tive um monte de trabalho para nada. Mas o importante para mim é tirar a foto com o resultado final. Quando isto acontece, o objetivo foi alcançado com sucesso”
Os desenhos são projetados nos mínimos detalhes e executados com cuidado, milímetro por milímetro, num exercício de pura matemática. Cada “obra de arte”, leva em média três dias para ser completada. Nas ruas da China Town de Birmingham, ele desenhou um dragão chinês de nove metros quadrados para festejar o Ano Novo chinês, por exemplo. Confira alguns desenhos do “Pavement Picasso”, no site ainda tem muito mais.
Via: Talk Of a City
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