
Durante os equinócios da primavera (21 de março) e o do outono (21 de setembro), uma pequena multidão aguarda ansiosa em frente à ruína maia “El Castillo de Kulkulcán“, para assistir ao jogo de luz e sombra que o sol produz na lateral da escadaria central da pirâmide.
Durante alguns minutos, forma-se uma serpente de luz, que vai literalmente descendo, “serpenteando” a partir do topo da pirâmide até a cabeça que existe na base.
“El Castillo” serviu de templo para o líder transformado em divindade Kukulkán, representado por uma figura de serpente.
Foto: Wikipédia
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