
Quem se propõe a visitar um novo lugar, sempre acaba optanto por itinerários para se fazer a pé. Foi um prazer descobrir o Walk London, um site fundado pela autoridade nos transportes públicos de Londres, com o objetivo de encorajar os habitantes da cidade a andar mais a pé, caminhando ao invés de usar sempre os meios públicos, mesmo em pequenas distâncias.
O serviço pode ajudar não apenas os londrinos, mas também quem passa pela cidade como turista. Todas as semanas são organizados “walking tours” gratuitos, abertos a todos, que permitem aos participantes de descobrir ângulos esquecidos ou escondidos da metrópole. Locais que acabam ficando de fora até mesmo dos tradicionais percursos dedicados aos turistas. A extesão dos percursos variam, dos mais curtos até àqueles que podem chegar a 15 km.

De 18 a 20 de junho, será possível admirar uma parte de Amsterdã que geralmente é inacessível ao público. Os felizardos habitantes das casas às margens dos canais da cidade abrirão aos visitantes, durante todo o final de semana, os seus jardins particulares, onde árvores majestosas, plantas raras, maravilhosas casas, jardins clássicos e modernos se escondem do caos da metrópole.
O “Open Tuinen Dagen”, se trata de uma ocasião única para visitar estes oásis privados e para participar de muitas iniciativas musicais organizadas para o evento.O tema deste ano é: “Cortes e Jardins Comuns”.
Participam cerca 30 jardins de casas situadas ao longo dos canais da capital holandesa. Podem ser visitadas das 10h às 17h e os bilhetes custam € 15,00 e dão direito a usar o barco que navega pelo canal e guia para os jardins. Mais informações aqui.
Foto: Flickr
Em qualquer lugar do mundo, dar uma passadinha no “bar” é um costume comum a turistas e habitantes. No entanto, esta simples ação pode reservar surpresas incríveis. O pessoal da Lonely Planet relacionou estas sensações em uma lista com os bares mais extravagantes do mundo.
O Giger Museum Bar, é um antro cavernoso, inquietante e obscuro em puro estilo Alien. Também faz parte da lista o bar submarino de Eilat, em Israel, onde é possível olhar os peixes cara a cara. O Depeche Mode Bar, em Tallin, (Estônia) é reservado aos fãs do famoso grupo de rock.
O Albatross de Tóquio é microscópico e claustrofóbico, com três andares. Já o The Hobbit House, de Manila, nas Filipinas, é obviamente inspirado aos personagens da saga de Tolkein. O Bar Nasa, em Bangalore, na Índia, se inspira no interior de uma nave espacial, com raios lasers, turbinas e imagens da Terra visto do espaço. O Regatta Hotel Bar de Brisbane, na Austrália, pode se gabar de um banheiro para os homens com as paredes de vidro: espelhadas verso o salão (pelo menos é o que dizem…).
A República de Molossia perto de Dayon, Nevada, nos Estados Unidos e ocupa uma área de meio hectare. Há mais de 30 anos, é governada por Kevin Baught que cuida de uma população de seis habitantes - incluindo o cachorro.
A esse ponto, podemos até relacionar todos os habitantes do micro estado: o presidente, seus dois filhos, três cachorros e as últimas notícias no site oficial dão conta de uma primeira-dama. O que elevaria o números de habitantes a sete. Molossia tem um correio nacional, uma moeda oficial, academia naval, programa espacial e exige o passaporte dos visitantes e até visto especial, caso você tenha intenção de conhecer.
Antes de você começar a procurar voos que te levem à República de Molossia é melhor saber que se trata de uma experiência didática, e o criador da brincadeira explica tudo aqui. Tem doido pra tudo nesse mundo, vocês não acham?
Via: PuoiViaggiare.com
Se você é daqueles que gosta de colecionar guias de viagem vai gostar de saber que a capital do Reino Unido, Londres, acaba de ganhar mais um livro inteirinho dedicado às suas atrações. Trata-se do guia Frommer’s Londres Dia a Dia, lançado pela Publifolha.
O diferencial da série é aquela de trazer as indicações de quem mora na cidade, convidando o leitor a vasculhar aqueles encantos especiais que ficam praticamente “escondidos”. São aquelas pequenas descobertas que marcam a diferença entre o viajante de verdade e o turista apressado.
O guia possui um capítulo intitulado “As Melhores Caminhadas“, com dicas para os turistas percorrerem, em passeios a pé, os pontos mais conhecidos entre os bairros e as regiões mais visitadas, além de apreciar o que cada local oferece em cultura e história. Uma das dicas é Chelsea, sede de alguns dos edifícios mais pitorescos da capital inglesa. Este distrito é uma ótima opção para uma caminhada, com pequenas placas azuis afixadas em algumas casas, indicando personalidades importantes da cultura inglesa que habitaram essa simpática região.
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