Este é o lugar onde a maioria dos turistas se perde na Tailândia: o Mercado Chatuchak, em Bangkok. Todo fim de semana, mais de 200 mil visitantes circulam entre os oito mil pavilhões instalados em uma área de 1,13 km2, e caminham até cansar - ainda bem que existem vários restaurantes para fazer uma pausa ou uma boquinha! E se você gosta de brechós e dos famosos mercados das pulgas, ou quer levar uma lembrancinha nada convencional da sua viagem, este é o lugar certo! É só calçar sapatos confortáveis, colocar uma mochila vazia nas costas (vai voltar cheia, com certeza!) e rechear a carteira: vai ser uma experiência única!
Dada a enormidade do mercado, é muito fácil perder o senso de direção e acabar andando em círculos. Por isso, o mais recomendado é que os turistas que nunca tenham estado no mercado consigam um mapa de bolso. Mas, se você é do tipo bem orientado e que confia nos próprios instintos, é só ficar de olho na marcação que começa na entrada principal do mercado: Soi1, Soi2, Soi3, etc., que leva para as várias seções (27 no total).
Claro, lá você não vai encontrar apenas preços de bazar. Os restaurantes, por exemplo, possuem dois menus, um para moradores da região e outro para turistas - obviamente bem mais caro. A dica que a gente dá é: pechinche sempre e questione a autenticidade dos produtos (principalmente das antiguidades). Tendo isso em mente, divirta-se!
Chegar lá é fácil e você pode avaliar a excelência do transporte público em Bangkok. Vá de Skytrain até a estação Mo Chit, caminhe até a saída 1 e você avistará uma pequena entrada que dá acesso ao mercado, que abre aos sábados e domingos, das 9h às 18h, e às sextas-feiras das 18h às 24h.
Fotos | quinet, plain_queen, jeff leigh

Mistura de cores e arte é a característica principal do mercado tailandês, pois é revestido de uma história de um povo sofrido pela escravidão e luta para conquista de terras. Os barcos são pequenos mas que comportam grande quantidade de alimentos ou souvenirs para turistas se deliciarem com os presentes e as guloseimas locais.
Ficando a 105 km de Bangkok, o mercado flutuante as 7h00min da manhã é o melhor horário para ser visitado, basta contratar os serviços de turismos que não são caros na própria capital com diversas opções de escolha, e lógico chegar cedo antes da grande massa de turistas.
O mercado tem diversas opções de lembranças para dar de presentes, como chapéus de diversos formatos feitos artesanalmente e típicos da região, especiarias feitas ”cazeiramente” pelas próprias comerciantes que ficam no rio, e comida para os viajantes que precisam se alimentar durante o percurso. Um belo passeio por um cartão postal inigualável.
Fonte: Mochila Brasil
Uma pesquisa recente do Travel and Leisure classificou Bangkok como o melhor destino turístico do mundo em 2011 - e parece que é o mais barato também - por isso, o pessoal do IgoUgo fez um post com o que há de melhor para ver por lá, caso algum de nós decida se juntar aos milhares de turistas que lotam as ruas da metrópole asiática .
O mercado flutuante de Damnoen Saduak: dizem que é uma experiência de compra única no mundo! Lá você pode fazer suas compras diretamente do barco enquanto você navega, totalmente seco. Tem também as interseções de canais no centro do mercado, onde você tem a oportunidade de fazer algumas fotografias maravilhosas, nas quais se destacam as cores vivas das roupas e mercadorias.
O Palácio Real: dizem que é parada obrigatória se você vai a Bangkok. O pessoal do IgoUgo aconselha a pegar um barco para vê-lo ao longo do percurso do rio Chao Phraya, o que deixa a experiência ainda mais emocionante, dá uma perspectiva diferente da cidade e evita o congestionamento do trânsito.
Foto joestump | OzMark17 | Ryan Kilpatrick | Sam Badeo | clayirving | Tom BKK | simpson.

O Tripadvisor, com seu Tripindex, elaborou um ranking a partir dos preços médios dos serviços oferecidos nos principais destinos turísticos do planeta para saber quais são as cidades mais baratas para um turista. Para elaborar a lista, o site levou em consideração uma pernoite em um hotel quatro estrelas, o preço de um dos alimentos mais consumidos durante as férias (no caso pizza), o preço de um drink popular (Dry Martini) e o custo de uma corrida de taxi para um ponto turístico famoso. Levando em consideração o custo de cada um desses itens, o site chegou a uma lista dos destinos mais economicamente viáveis para os turistas. A lista completa pode ser vista aqui. A gente fez um resumo dela…
Comecemos pelas cidades mais baratas: Bangkok ficou em primeiro lugar, seguida de perto por Pequim (Beijing), Sharm El Sheikh, Kuala Lumpur, Sofia, Budapeste, Auckland, Marrakech, Varsóvia e Dubai, e essa última pode surpreender. Dubai é uma das capitais mundiais do luxo, mas é também uma das cidades mais competitivas da indústria hoteleira. Em outras palavras, um 4 estrelas por estas bandas é bem básico, então os preços são bastante baixos.
As cidades mais caras: Paris, em primeiro lugar, com um custo quase 4 vezes maior que Bangkok, e seguida por Zurique, Londres, Tóquio, Nova York, Rio De Janeiro, Moscou, Kiev, Amesterdã e Estocolmo.
Foto | MikeBehnken

Uma opção de hospedagem indicada para a cidade de Bangcoc, capital da Tailândia, é o Viengtai Hotel, que fica a apenas uma quadra da famosa Khao San Road, uma rua repleta de hoteis, muitos com preços bem baratos, mas que não têm nenhum conforto, e que virou ponto de encontro dos mochileiros de todo o mundo que vão à cidade.
O Viengtai fica pertinho do movimento, mas afastado o suficiente para garantir noites tranquilas, e tem infra-estrutura de um bom hotel, com diárias a partir de US$ 75.
Tem piscina, suítes amplas, jardim tropical, cafeteria e restaurante, além de sala de ginástica. É uma opção para famílias, para quem viaja a trabalho e para quem busca conforto e não tem mais disposição para enfrentar sustos.

O Prommanee Wat é um templo budista que fica 66 quilômetros a nordeste de Bangcoc. Até aí, ok, não é nenhuma novidade, você deve pensar: normal, um templo budista em Bangcoc! Mas este templo possui um diferencial: ele oferece aos seus visitantes a chance de morrer e renascer de novo… e isso em questão de segundos!
Funciona assim: por uma pequena taxa, a pessoa passa cerca de um minuto e meio deitada em um caixão para em seguida levantar-se como se tivesse renascido. A cerimônia de 90 segundos consiste em entrar no caixão, deitar de costas, fechar os olhos, ter um manto branco colocado sobre o caixão e depois retirado, quando então a pessoa é convidada a se levantar, fazer uma breve oração e ir embora.
Quem passa pela experiência garante que ela é relaxante e renovadora. Isso sem contar que acredita-se que o ritual ajuda a espantar a má sorte e prolonga a vida (!). Tem gente que vai ao templo muitas vezes durante a vida, inclusive.
Via | mdig
Foto | Reprodução

Aviso aos Leitores: Este post nunca poderia ter sido escrito sem o Ctrl-C , Ctrl-V
Estamos em Galles, e esta cidadezinha, na qual as maiores atrações turísticas são uma coluna panorâmica para admirar o Estreito de Menai e a placa com 58 letras da estação, detém o título da localidade com o nome mais longo e bizarro do mundo. Quanto aos nomes geográficos em geral, o título vai a uma colina na Nova Zelândia que se chama mais ou menos assim: Taumatawhakatangihangakoauauotamateahaumaitawhitiureha-
eaturipukakapikimaungahoronukupokaiwhenuakitanatahu.
Sem andar muito longe, na Irlanda fica Newtownmountkennedy, uma cidadezinha nos arredores de Dublin, superado por pouco por Muckanaghederdauhaulia, perto de Galway. Está última no entando, por ser uma townland, não pode ser considerada uma cidade.
Mas estes eram apenas os nomes das cidades formados por uma única palavra. Se fomos ver aquelas compostas, o prêmio fica com Krung Thep Mahanakhon Amon Rattanakosin Mahinthara Yuthaya Mahadilok Phop Noppharat Ratchathani Burirom Udomratchaniwet Mahasathan Amon Piman Awatan Sathit Sakkathattiya Witsanukam Prasit. E onde fica? É o nome oficial de Bangkok.

Construções bizarras sempre chamam a atenção do turista. Não é diferente com o prédio de “bolinhas” em Bangcoc, na Tailândia. A fachada parece recoberta por uma “folha” toda esburacada, que dá um efeito muito curioso. Curiosa também é a história do edifício que abriga uma loja de iluminação….
No lugar já existia uma casa, mas sem nada de especial. O projeto assinado pelo Architectkid começou de dentro para fora, com a proposta de um trabalho ocidentalizado, como se fosse uma casca por cima da construção já existente. O resultado é surpreendente, vocês não acham? Depois do pulinho, a foto de todo o edifício.
Continuar lendo: Um curioso edifício de bolinhas na Tailândia

O Hotel Lebua é o segundo maior prédio de Bangkok, na China Tailândia, e aproveitou a estrutura para instalar bares e resturantes nos seus andares mais elevados. O bar Sirocco (foto) fica no 64º andar, é considerado o restaurante a céu aberto mais alto do mundo, e tem uma iluminação que muda constantemente, bons drinks e mesas perto da beirada, que podem até dar uma certa vertigem aos mais medrosos.
Cada bar e restaurante na área de alimentação do Hotel tem uma especialidade: sushi, drinks, frutos do mar, charutos, e todos oferecem uma vista espetacular da cidade.
Os visitantes também podem assistir a apresentações ao vivo de jazz americano, com músicas de intérpretes clássicos, como Ella Fitzgerald e Nina Simone.
Fonte e fotos: MatadorNights
A Folha online Turismo publicou uma lista com albergues e hotéis em Bancoc, capital da Tailândia, cuja diária custa até R$ 50. Ideal para mochileiros e para quem quer conhecer esse exótico mundo sem gastar muito.
A lista faz parte do livro “Guia Passo a Passo Bancoc”, que custa R$ 32 e traz informações sobre as principais ruas e avenidas da cidade, seus pontos turísticos, restaurantes, bares e teatros –incluindo horário de funcionamento, telefones e especialidades de cada um dos locais sugeridos.
Confira a lista aqui.