
Eu já viajei sozinha, bem acompanhada e com um grande grupo de excursão, e posso dizer que de todo jeito, viajar vale a pena (apesar de que não encaro uma excursão de novo, a não ser que seja por um motivo muito bom).
O Portal Alone, complemento da revista Living Alone com foco no público que mora sozinho, está publicando agora matérias de turismo relatando experiências de repórteres, entre eles dois correspondentes internacionais. O objetivo é priorizar o assunto e aproximar o jornalista do leitor.
“As reportagens, de acordo com o portal, serão de caráter intimista. A ideia é transmitir pontos de vista pessoais que aproximem o repórter do leitor”.
O jornalista e arquiteto português Luís Filipe Gaspar foi um dos escolhidos e carrega uma boa experiência no currículo. São 137 países visitados, o que o coloca entre as 50 pessoas mais viajadas do mundo na lista do site americano Most Traveled People, na 25º colocação.
“Nunca reservei um hotel antes de partir e nunca fiquei sem teto para dormir”, afirma Gaspar.
Outro correspondente do Portal Alone, o jornalista Nadine Escovar trocou o trabalho como repórter de uma afiliada da Rede Glob para trabalhar em um hotel e concluir o curso de Turismo na Europa. Em dois anos conheceu 15 países, da Alemanha à China. E segundo a profissional, os lugares sem destino são os seus preferidos. “Não costumo ir apenas aonde os guias mandam. Gosto de caminhar por ruas sem saber aonde vou parar”, afirmou.
Fonte: Comunique-se
Uma Associação norte-americana que defende os direitos das pessoas acima do peso, a NAAFA, criou uma brochura com dicas para os passageiros que ocupam mais espaço que a média. Como as companhias aéreas estão restringindo cada vez mais os “luxos” nos aviões, para oferecer preços mais baixos e vender mais, viajar de avião para estes passageiros pode ter se tornado mais complicado.
Para tornar a experiência mais agradável, foi criada esta brochura, disponível para download gratuito no site da entidade.
A brochura inclui dicas para a hora de comprar o melhor voo de acordo com suas necessidades, dicas de como arrumar sua bagagem e sugestões para as horas que tem que passar no aeroporto. Há também uma sessão exclusiva apra agências de viagens e uma lista de companhias aéreas, uma breve descrição da política de cada uma em relação às pessoas acima do peso e um link para a área do seu site que fala sobre o assunto.
Sobre a NAAFA. Criada em 1969, a NAAFA é uma organização civil sem fins lucrativos dedicada a melhorar a qualidade de vida das pessoas obesas. Trabalha para eliminar a discriminação baseada no tamanho do corpo e fornece às pessoas ferramentas para combater a discriminação através de educação, serviços legais e apoio.
Fonte
Foto: emilio labrador
O grande viajante brasileiro Manoel Morgado autografa seu novo livro, Sonhos Verticais – Escaladas ao Cho Oyu e Everest, nesta quarta-feira (21), às 18h30, na Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509, São Paulo).
O livro tem o formato de diário, em que o viajante narra suas vivências como guia de um grupo de brasileiros e estrangeiros rumo ao topo do Everest e retoma outras memórias, de escaladas anteriores, em especial ao Cho Oyu, seu primeiro “8 mil”, estabelecendo uma conversa íntima com o leitor.
Morgado divide, ao descrever sua rotina, suas alegrias, temores, expectativas, reencontros e descobertas de paisagens, e até questionamentos interiores. Também exibe sem meias palavras as respostas do corpo aos limites extremos da natureza e não se furta a relatar as tristezas pessoais, como o fim de seu relacionamento com a então companheira. O humor e a emoção ancoram este relato ilustrado por imagens sempre impactantes das jornadas do autor. A apresentação é do alpinista Waldemar Niclevicz, único brasileiro a escalar a K2, considerada a montanha mais difícil do mundo.
O autor
Manoel Morgado, gaúcho, formou-se médico pediatra mas, pouco tempo depois, optou por outra atividade: sua casa, há 20 anos, são os 5 continentes. Em um ano típico, viaja por 10 países e passa boa parte de suas noites em uma barraca nas grandes montanhas do mundo. No final de 2011, escalou o Vinson, na Antártica e, em 2012, quer subir a oitava mais alta da Terra, o Manaslu, e mais o Kilimanjaro, a mais alta da África, o Elbrus, a mais alta da Europa, o Mt Blanc, a mais alta da Europa Ocidental, e o Aconcágua, a mais alta da América do Sul. Ao Everest, voltará em 2014.
Fonte: Assessoria

Foi com surpresa que recebi minha primeira cópia do jornal Metro, há oito ou nove anos, na saída de uma estação de trens na Suíça. Eu me impressionei com o fato do jornal ser distribuído de graça e ainda mais ao notar que muita gente não queria receber (!). Coisas de jornalista que não aguenta ver jornal sendo recusado.
O Metro tem este nome justamente por no início ser distribuído sobretudo na saída das principais estações de metrô e de trens urbanos de cidades européias e americanas. Ele continua gratuito, mas se modernizou e hoje tem qualidade de jornal comercial (aliás, o Metro é comercial, apesar de não ser vendido, pois aceita anúncios). Além disso, atualmente chega a muito mais partes do mundo, sendo distribuído inclusive no Brasil e em outros países da América Latina.
De certa forma, sempre considerei o Metro um tipo de “jornal para viajantes”, pois era ele que eu lia nos trens quando estava no exterior. A linha editorial do jornal é justamente esta, a de buscar informar as pessoas sobre o dia-a-dia nas grandes cidades.
O Metro é o maior jornal do seu tipo no mundo, e busca discutir com leveza as questões relacionadas à vida urbana do século 21.
A agência de viagens online Submarino Viagens saiu na frente e lançou sua primeira edição impressa de uma Revista em que a agência traz dicas e sugestões de pacotes para ajudar o viajante a escolher seus destinos.
Orlando, Buenos Aires e Paris, além da brasileiríssima Fortaleza, no Ceará, são os principais destaques abordados nesta primeira edição, que chega junto da sua compra feita pelo portal Submarino.
A revista também pode ser lida e compartilhada online (ela está completa acima), além de poder ser vista em tela cheia, baixada para seu computador e também impressa.

Todos os anos, a Revista National Geographic lança um desafio para alunos e professores de escolas públicas e privadas do Brasil para testar seus conhecimentos em geografia. Os participantes passam por uma bateria de testes e os 20 finalistas ganham uma viagem com acompanhante para a cidade brasileira que sediará a final (no ano passado, a cidade escolhida foi o Rio de Janeiro).
Chegando lá, os alunos participam de vários passeios em que professores do comitê organizador dão verdadeiras aulas sobre a geografia e a história do lugar.
O Desafio National Geographic é a maior olimpíada de Geografia do Brasil. O objetivo é estimular jovens estudantes a viajar e a conhecer melhor o país e mundo em que vivem, além de “disseminar a cultura de viagem como experiência para ampliar o conhecimento do Brasil e do mundo” e contribuir para o ensino da geografia, entre outros.
Para participar, saiba tudo aqui. No site também há dicas de como se preparar para o desafio (tanto para alunos quanto para professores).
O repórter da Rede Globo Maurício Kubrusly lançou o livro Me Leva Mundão, um conjunto de crônicas com o olhar deste experiente repórter, que fala sobre suas viagens além das fronteiras brasileiras.
Maurício ficou famoso pelas suas muitas matérias para o programa domingueiro Fantástico, em que geralmente aparecia falando sobre “causos” e entrevistando personagens do povo, mas com histórias muito interessantes para contar.
Ele é conhecido pela simpatia e pela simplicidade, sem cair no lugar comum. Se as matérias na TV são boas, o livro também deve ser!
Eu sou suspeita para falar, porque sou fã da Patrícia Schultz, autora do livro “1000 Lugares para Conhecer antes de Morrer” e do seu livro, que tenho e consulto sempre. Mais do que um guia de turismo, ele nos ensina mil e uma coisas a respeito de diferentes culturas e lugares deste mundo. A seleção de pontos a visitar é impecável. Claro que muita coisa boa fica de fora - como catalogar todos os lugares de tirar o fôlego do mundo num livro?! - mas a obra é muito válida mesmo assim.
Agora ela ganhou um novo site, mas clean, com uma mapa mundi em que você pode clicar de acordo com a região que quer consultar. Também um aplicativo para aparelhos móveis com integração com redes sociais e a possibilidade de incluir suas próprias fotos e dicas, além de tags para você marcar aonde já foi e aonde quer ir um dia.
Visite o novo site.

Viajar e fotografar são dois verbos que costumam caminhar juntos: a maioria das pessoas quando viaja, seja qual for o destino, trata de levar uma câmera consigo, para ter certeza de não perder um só instante da viagem. Isso porque cada momento é único e especial demais pra ficar gravado somente na memória.
A gente, particularmente, não fica preocupada em conseguir a foto perfeita, principalmente pela falta de tempo. A gente costuma tentar registrar momentos especiais, mesmo que a imagem não seja exatamente uma bela paisagem. Mas se você é daqueles que curte tirar fotos do tipo cartão-postal, deve levar em consideração que é preciso tempo, paciência e uma boa dose de timing, como ensina Richard I’Anson, que escreveu esse ótimo artigo sobre fotografias de viagem para o Lonely Planet.
I’Anson dá uma lista de 15 sugestões ao todo, que inclui todo tipo de dicas - inclusive andar cerca de 12 a 15 horas por dia com o equipamento fotográfico. Ou seja, é uma tarefa sem descanso. A gente selecionou 3 dicas que considerou bem bacanas para reproduzir, mas você pode ler o artigo na íntegra aqui.
1) A melhor iluminação? Escolha fotografar apenas ao amanhecer e ao entardecer: nada pior do que tirar fotos em plena luz do dia ou fotos muito escuras à noite.
2) Você quer fotografar a vida e o cotidiano, digamos, da principal praça da cidade? O segredo é esperar, sentado confortavelmente (em um bar ou quiosque, por exemplo), bem antes do horário de pico (almoço, jantar, fim de expediente de escritórios e bancos…)
3) Quer capturar uma vista deslumbrante da cidade, mas sem uma multidão como coadjuvante? Deixe para fotografar no início da tarde, em dias de semana, quando há menos pessoas ao redor.
Via | Lonelyplanet.com
Foto | The World According To Marty
É comum que antes de viajar planejemos de forma superficial nossos roteiros, conhecendo via internet os principais pontos de interesse do lugar, conversando com conhecidos e usando um daqueles mapinhas turísticos que encontramos no hotel. Nada de mais fazer isso, mas quem já viajou com a ajuda de um guia de viagem bem-escrito sabe que ele faz a diferença quando se vai para lugares com muita coisa para se ver e com muita história, como Paris ou o Cairo.
Entre os guias mais aprofundados estão os da Fodor’s, da Lonely Planet, os guias publicados pela Folha de São Paulo e os da National Geographic. Se a ideia é conhecer o Brasil e a América Latina, principalmente pegando a estrada, os guias Quatro Rodas são os mais famosos e úteis. A Revista Viagem&Turismo, da Editora Abril, também produz guias de viagem práticos e recheados de sugestões.
Para quem tem o espírito mochileiro, guias do “O Viajante” são uma boa pedida. O tipo de viagem “de mochila” tem as vantagens de ser mais flexível, low cost, e também por geralmente poder ser adaptada com a cara do viajante, que não está interessado em luxo ou em compras, mas em vivências e aprendizado. Aqui, vale mais conhecer o máximo gastando o mínimo, o que significa sacrificar o conforto para ter uma viagem mais longa.
Um guia não tem apenas sugestões do que ver e fazer, onde ficar e onde comer, onde ir (ou não ir), onde badalar e onde comprar. Possui informações sobre o contexto histórico e cultural do lugar, coisas que não se aprende apenas por “estar” lá.
Foto: JKD Atlanta