
A visão destes gigantes de pedra, os Moais, nos leva a imaginar que foi necessária uma tecnologia avançada para erguê-los, ainda mais no meio do nada, já que a Ilha de Páscoa, lar dos Moais, fica a dois mil quilômetros de um local vizinho mais próximo, a ilha Pitcairn, habitada por 67 pessoas. Muito do mistério que circunda a Ilha é por causa da pergunta: Como um povo tão isolado pôde construir algo tão grande e difícil?
Mistérios não são, entretanto, o único atrativo da pequena ilha, que fica a quatro horas e meia de avião de Lima, no Peru, o principal ponto de partida da maioria dos visitantes.
“Mais do que os moais, as estátuas gigantes espalhadas pela paisagem vulcânica que dão fama à ilha, e os mistérios a eles associados, o que impressiona é a existência e a perseverança da comunidade em local tão remoto e com recursos naturais limitados”.
São apenas 5 mil habitantes, dois terços deles rapanuis, que vivem quase todos no único povoado da ilha, a diminuta Hanga Roa, onde fica o aeroporto e que serve de base para turistas.
Há somente uma farmácia, um supermercado, três escolas e dois pequenos postos médicos na ilha, e qualquer problema de saúde mais grave torna necessário acionar uma ambulância aérea para remover o paciente para hospitais melhor equipados em Santiago.

Alguns hoteis valem a viagem e este é um deles. O Monasterio Hotel, em Cuzco, no Peru, fica a três mil metros do nível do mar, onde aliás está a cidade de Cuzco, bem no alto, nos Andes peruanos. A cidade histórica é uma mistura das culturas inca e espanhola, e atrai visitantes pela proximidade das ruínas de Machu Picchu. A partir do hotel, é possível chegar com estilo às ruínas, viajando no trem de luxo Hiram Bingham.
O nome do Hotel não foi dado por acaso. Como sua arquitetura sugere, ele fica num prédio que antigamente era um Monastério, tombado patrimônio nacional e construído em 1592. Ele faz parte da rede Orient-Express e poderia servir muito bem como cenário para um filme, com seus longos corredores, seu grande pátio, suas muitas obras de arte que o transformam numa verdadeira galeria.
Os restaurantes do Monasterio servem a nova cozinha andina, e a decoração dos quartos segue o estilo dos hoteis boutique, mas com um estilo inconfundível do local. Lindo!
No norte do Peru, fica Marcahuamachuco, que está sendo considerado um novo destino turístico promissor. Trata-se de um enigmático complexo arqueológico de pedra de 1.600 anos. Após um longo período de esquecimento, agora volta a chamar as atenções para si.
“Não se sabe a qual cultura Marcahuamachuco pertenceu; sabe-se que as edificações de pedras, com paredes de 10 a 15 metros de altura, foram construídas entre 350 e 400 anos d.C., mas não se sabe quando e de onde chegaram seus habitantes”, contou Cristian Vizconde, chefe dos arqueólogos do governo peruano.
As equipes de especialistas retiraram a vegetação que encobria edificações de pedra, galerias, uma praça retangular e moradias, como um centro urbano religioso com santuário, além de uma muralha de pedras para proteger-se de invasões.
Via Folhasp
Foto: AFP, Ernesto Benavides

A cidade de Cuzco no sudeste do Peru, localizado na América do Sul, tem um vilarejo que se tornou patrimônio mundial por suas características históricas: Machu Pichu. Machu Pichu são na verdade ruínas Incas abandonadas que a história não desvendou até o instante momento.
No passeio por Machu Pichu encontrarão escadarias perfeitas em granito branco dispostos um em cima do outro com tanta perfeição que não passa um alfinete, restos do antigo reino e parte do novo reino por todo o local. Ir para este lugar é para quem gosta de aventura, pois são quilômetros andados por uma trilha em formato de zigzag até chegar a mais de 2500 metros a cima do nível do mar e ver a maravilhosa história do império Inca.
E para não ficar apenas na história, Machu Pichu disponibiliza por preços baixíssimos alugueis de motocross, como outros esportes radicais que imaginar. Com bares próximos as ruínas que não podem deixar de serem visitados. É uma cidade cheia de mistério e diversão, com preços baixíssimos, pois uma diária em Cuzco custa em torno de 30 Dólares, incrível, não?!
Fonte e Foto: Mochila Brasil

A belíssima cidade de Machu Picchu, localizada no sul do Peru, completa neste domingo seus 100 anos de descobrimento. É considerada um santuário da civilização Inca que foi construído no século XV e explorado pelo norte-americano Hiram Bingham, que chegou lá em 24 de julho de 1911, e logo após explorar a cidade divulgou para a comunidade arqueológica mundial.
Hoje a cidade é um grande roteiro para os estudiosos e pesquisadores além de turistas que se interessam pela cultura Inca, e por ano a cidade recebe mais de 700 mil visitas. Machu Picchu é desde 1983 um Patrimônio Cultural da Humanidade, declarado pela Unesco que é responsável por conferir se o lugar está sendo bem conservado. A comemoração dos 100 anos foi feita no dia 7 de julho porque essa é a data em que a cidade foi considerada uma das sete maravilhas do mundo moderno.
O significado de Machu Picchu na língua quíchua é Montanha Velha, e o local é tão importante para o Peru como as pirâmides são para o Egito.
Fonte: Pernambuco

Quem vê a foto acima nem imagina que o deserto de Ocucaje, situado entre os Andes e o Pacífico, é um verdadeiro depósito de ossadas de animais pré históricos. À primeira vista, tudo o que se tem é um pedaço de terra no sul do Perú, e talvez uma das áreas mais desoladas do mundo. Os ventos não descansam e varrem as montanhas noite e dia, mas as areias deste lugar guardam um tesouro inestimável: um jazimento de fósseis marinhos de dimensões desconhecidas.
E os ventos, além de castigarem a terra, são desenterradores: os fósseis simplesmente surgem na superfície e qualquer um pode avistá-los. Ocucaje é um cemitério pré histórico de 40 milhões de anos. Essas terras ressecadas, que um dia já estiveram abaixo do mar, guardam um dos maiores sítios de restos marinhos conhecidos pela paleontologia.
As descobertas ali feitas incluem ossadas dos dentes do Megalodon, um lendário tubarão de 15 metros, os ossos de um pinguim gigante com penas coloridas e os restos da Melvillei Leviatan, uma baleia com dentes maiores do que os do Tyrannosauro rex. Ocucaje é, junto com a província de Liaoning na China, um verdadero paraíso para os estudiosos dos mamíferos marinhos pré históricos. Mas muito além dos benefícios para a ciência, as descobertas também atraíram a atenção de outro tipo de caçadores de fósseis: os contrabandistas.
Cerca de 700 pessoas das comunidades Huinchiri, Chaupibanda, Choccayhua, Ccollana y Quehue se reunem todos os anos, no mês de junho, na cidade de Quehue (Cuzco - Perú) para reconstruir a Puente Q’eshwachaka, uma ponte que fica a uma altura considerável do rio Apurímac.
No que é uma alegre festa popular que remonta ao império inca e dura quatro dias, os homens e mulheres da região realizam a recriação da ponte, com 28 metros de altura 1,20 metros de comprimento. A ponte é toda feita de hierba ichu, um tipo de capim.
Fonte e Fotos | Aqui Estuve Ayer
Desde a época dos Íncas, os habitante de Maras, no Perú, coletam as águas que caem de um olho d’água chamado “Qoripujio” em tanques, construídos nas encostas das montanhas, para que evapore. O sal assim produzido é vendido nos mercados de Cuzco, que fica a 50 Km dali.
Os terrenos salinos de Maras remontam à Era Incaica; são 3000 km de extensão divididos em “piscinas” de 5 metros cada. Até hoje elas são utilizadas para a extração de sal. Esse trabalho é feito durante as épocas mais secas do ano; os tanques são preenchidos com água rica em sais, que vem do topo. Quando a água evapora, deixa um depósito de sal. A luz que ali reflete deixa o lugar com um brilho intenso, é incrível. Sonia, do Fotoviaggiando.
Fotos: EduardoZ | Ahron de Leeuw | 3rdparty!
O museu Rafael Larco Herrera, em Lima, que abriga uma das maiores coleções de objetos do período pré-colombiano, possui uma sala onde mantém expostas diversas peças eróticas da cultura Mochica. Entre os artigos estão vasos e estátuas de cerâmica que representam órgãos e práticas sexuais.
Segundo o jornalista James Cimino, que esteve visitando o museu para uma reportagem da Folha, a sensação é a de estar em um “sex shop” pré-incaico, com jarras no formato de pênis e bonecas de barro que lembram as bonecas infláveis que conhecemos hoje.
Como os guias do museu explicaram ao jornalista, algumas das peças tinham o intuito de lembrar os períodos de colheita e, portanto, fertilidade, enquanto outras representavam a morte, como uma estátua que possui um grande pênis e um crânio, demonstrando a preocupação que aqueles povos tinham com o interesse exagerado pelo sexo e pelo prazer carnal. Confira algumas fotos destes objetos em nossa galeria.
Fonte: Folha Turismo
Fotos: Reprodução
Artefatos Eróticos da Era Pré-Colobiana




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No final de janeiro, chuvas torrenciais na região de Cuzco, no Peru, obrigaram as autoridades a evacuarem muitos turistas (até com helicópteros) e a ferrovia que leva até Machu Picchu, foi interditada. A boa notícia é que há poucos dias, a ferrovia foi reaberta assim como a conexão da localidade com outras da região.
Isso significa que é novamente possível visitar as ruínas de Machu Picchu, até mesmo usando a combinação trem + ônibus, Alguns pontos da estrada ainda estão sob atenta observação pelas autoridades mas a vida turística da região pode quase voltar ao normal.
Para chegar a Machu Picchu se parte de Cuzco com um ônibus. Duas horas depois, se chega a Piscacucho. Da lí, mais 90 minutos de trem até Aguas Calientes e outros 30 minutos até o destino final.
Via: L.A.Times
Foto: Latin America For Less