
A imagem acima poderia ser de qualquer suite de um bom hotel, mas na verdade trata-se de um bunker reformado para abrigar um “bed&beakfast”, uma espécie de mini-pousada para viajantes.
Um bunker é uma construção militar construída de concreto e aço, feita para proteger a população de um país e grupos militares durante uma guerra. Suas paredes são largas e a única porta pesa toneladas, feita também de aço e concreto. Uma única e pequena janela faz a conexão com o exterior.
A Albânia possui nada menos que 750 mil destas construções, variando em três tamanhos diferentes, em diversos pontos do país. Foram construídas numa época em que o Governo tinha medo de “inimigos externos”, de invasores, e temiam que uma guerra estava para ser declarada (veja mais informações no vídeo após o jump). A guerra nunca começou, os inimigos nunca apareceram, e os bunkers foram abandonados.
Agora, um projeto universitário batizado de “Cogumelos de Concreto” (Concrete Mushrooms) quer transformá-los em pousadas, cafés, pontos de informações turísticas, lojinhas de souvenirs, restaurantes e outros locais dedicados ao turismo. Alguns dos bunkers já são utilizados desta maneira, mas a maioria está apodrecendo muito lentamente. Esta é uma excelente alternativa em relação a estas construções, já que é muito difícil demolir um bunker.
Via Dornob
Continuar lendo: Bunkers da Albânia podem ser transformados em hoteis e outros locais para turistas
Tenho horror a cemitérios, mas muitos deles aparecem em roteiros de viagem, como em Buenos Aires e Paris, pois há muita história a conhecer e até obras de arte a contemplar.
Acontece que o cenário é mórbido demais para mim, e nem um bom motivo me faria gastar meu precioso tempo de viagem para conhecer um cemitério.
Mas, para quem acha este tipo de passeio interessante, em Londres é possível participar de tours guiados por um dos mais antigos cemitérios da cidade, o Kensal Green Cemetery. O foco do passeio são aspectos geológicos, arquiteturais e históricos que podem ser observados durante uma visita ao cemitério.
Durante o passeio, é possível conhecer a influencia do antigo Egito na arquitetura e monumentos de Londres, e admirar artefatos antigos,como um Mausoléu real no estilo egípcio. Também é possível ver as Catacumbas. Creepy.
Mais informações aqui.
Foto: AnneCN

A Universidade de Sorbonne, em Paris, não costuma aparecer na maioria dos guias de viagem.
Mas para viajantes experimentados, que já tenham visto os principais pontos de interesse desta cidade, e a gente sabe que são muitos, pode ser um belo passeio conhecer a Universidade de Sorbonne, fundada em 1253 e que tem entre suas antigas paredes a tumba do Cardeal de Richelieu.
A Sorbonne se localiza no coração do Quartier Latin, a poucos passos do Pantéon. Seu edifício conserva apenas a capela da sua estrutura original, e lá foi sepultado o cardeal.
Além da capela, vale a pena conhecer a igreja, o anfiteatro, que data do século XVII, a biblioteca e participar do tour guiado de uma hora e meia, que acontece de segunda a sexta-feira e custa apenas nove euros por pessoa.
Foto | Paris Sorbonne
Fonte: TravelBlog

O dia 21 de abril foi o dia em que Tiradentes foi executado e em sua homenagem a data é comemorada hoje como feriado nacional. É neste dia emblemático que será lançada a visita virtual ao Museu da Inconfidência Mineira, em Ouro Preto. O projeto Era Virtual desde 2009 disponibiliza acesso a diversos museus brasileiros, e vai inaugurar a visita online ao museu mineiro durante a tradicional entrega de medalhas em comemoração à Inconfidência Mineira.
Através de um clique, o internauta poderá conhecer com o auxílio de aúdio-guia e em alta resolução, todas as salas de um dos mais importantes museus do País, restaurado sob a direção do atual diretor da casa, Rui Mourão.
Confira nas fotos acima e da galeria um pouco do visual do projeto e conheça mais sobre ele no site eravirtual.org.
Fonte e fotos: assessoria
No dia 14 de abril de 1912, primavera em Nova York, este hotel da cidade recebeu uma multidão de hóspedes inesperados, mais de cem sobreviventes do Titanic buscou abrigo aqui, no Jane Hotel, após serem resgatados do mar.
O Hotel existe até hoje, e foi reformulado para atender às exigências da modernidade, mas dizem que quem se hospeda lá ainda pode sentir o estilo daquela época e um pouco do drama que sentiu-se naqueles dias.
O prédio de tijolos vermelhos foi construído tendo como publico-alvo homens do mar, e oferecia quartos tão claustrofóbicos quanto cabines de navio naquele tempo.
Relatos contam como muitos sobreviventes passaram um tempo na rua cantando músicas religiosas, em memória aos muitos mortos na tragédia.
Fonte: Intelligent Travel

O mundo inteiro sabe que o gigante navio Titanic bateu em um iceberg e naufragou no Atlântico, mas poucos sabem que a tragédia aconteceu no dia 15 de abril de 1912, e portanto, no próximo final de semana serão cem anos, um século desde o naufrágio mais famoso da história.
Para “comemorar” a data, alguns canais da mídia estão lançado especiais, e o filme Titanic, de James Cameron, foi relançado em 04 de abril. A Revista National Geograophic criou um mapa que também é um infográfico gigante sobre o navio e o acidente, respondendo questões como “Onde o Titatic afundou”, “Mapas melhores poderiam ter evitado a tragédia?”, “O que aconteceu com os sobreviventes?”
É um mapa bem completo, que deve ser um presente e tanto para os aficcionados e colecionadores. Confira mais aqui.
Veja também esta viagem comemorativa que vai refazer o roteiro do navio.

A visão destes gigantes de pedra, os Moais, nos leva a imaginar que foi necessária uma tecnologia avançada para erguê-los, ainda mais no meio do nada, já que a Ilha de Páscoa, lar dos Moais, fica a dois mil quilômetros de um local vizinho mais próximo, a ilha Pitcairn, habitada por 67 pessoas. Muito do mistério que circunda a Ilha é por causa da pergunta: Como um povo tão isolado pôde construir algo tão grande e difícil?
Mistérios não são, entretanto, o único atrativo da pequena ilha, que fica a quatro horas e meia de avião de Lima, no Peru, o principal ponto de partida da maioria dos visitantes.
“Mais do que os moais, as estátuas gigantes espalhadas pela paisagem vulcânica que dão fama à ilha, e os mistérios a eles associados, o que impressiona é a existência e a perseverança da comunidade em local tão remoto e com recursos naturais limitados”.
São apenas 5 mil habitantes, dois terços deles rapanuis, que vivem quase todos no único povoado da ilha, a diminuta Hanga Roa, onde fica o aeroporto e que serve de base para turistas.
Há somente uma farmácia, um supermercado, três escolas e dois pequenos postos médicos na ilha, e qualquer problema de saúde mais grave torna necessário acionar uma ambulância aérea para remover o paciente para hospitais melhor equipados em Santiago.

Quem estiver de passagem pelo Uruguai hoje e tiver o prazer de comer na casa de uma verdadeira dona de casa - alguns típicos restaurantes também servem - pode ter a sorte de desfrutar dos deliciosos nhoques caseiros preparados todos os meses, no dia 29.
Este costume que ainda sobrevive em diversos lares argentinos e uruguaios pode parecer estranho para quem é de fora. Comer nhoque todo dia 29? Quem obedece essa regra? E tudo indica ser uma tradição que começou muitos séculos atrás, ainda que existam diversas versões para sua origem.
A principal remete a uma antiga lenda italiana, segundo a qual alguns camponeses dividiram seu prato de nhoque com São Pantaleão, quando este peregrinava pelo norte do paí realizando curas milagrosas. Agradecido, o santo prometeu um ano de pesca farta e boas colheitas, e como a profecia se cumpriu, desde então se come nhoque todo dia 29, dia em que teria acontecido esse fato, e debaixo de cada prato se coloca uma nota simbólica para atrair sorte.
Outra versão diz que os nhoques eram o alimento habitual dos dias do fim do mês entre as pessoas que não tinham muitos recursos, e com os anos isso virou um costume. Sendo assim, todo dia 29, o dia anterior ao pagamento do aluguel, as famílias se reuniam ao redor da mesa com a modesta iguaria.
Continuar lendo: Costumes da América do Sul: os nhoques do dia 29

Se você se queixa das intermináveis esperas nos aeroportos, dos grandes trajetos de avião ou das horas de trem que te separam do seu destino, imagine quanto tempo demorava na época do Império Romano para ir de um ponto a outro do mapa! Pois nem é preciso imaginar, o OmnesViae calcula para você saber.
Depois de ler sobre as viagens de uma ponta a outra do enorme Império Romano, você se dá conta do esforço que era feito para se viajar em tempos de poucos e rústicos caminhos. Em muitos casos, se viajava carregando armas, bagagem, família. Longos trajetos podiam levar dias, semanas ou meses.
Este site te leva de volta no tempo, mostra as condições em que essas viagens eram realizadas e calcula o tempo necessário para unir mais de 2.700 povoados e cidades ao redor de Roma, isso tudo levando em consideração as condições de viagem, o clima e acidentes geográficos e as estratégias pensadas para passar por eles.
Tomara que surjam mais iniciativas como essa, mostrando como se davam viagens em outros lugares em épocas tão remotas quanto a do Império Romano. Enquanto isso, o site já deve trazer alegria aos viajantes curiosos pela História!
Via | DDV
Foto | Freddy Eliasson
A música Tô Voltando, que foi eternizada na voz da cantora Simone, é um samba, mas se tornou meio que um hino para celebrar a volta de um brasileiro que passou muito tempo longe do país e que agora está voltando para casa.
Tô Voltando narra a volta para a casa de um homem apaixonado pela esposa, mas foi muito associada à volta dos brasileiros que foram obrigados a deixar o país por causa da ditadura e a viver exilados no exterior.
A “volta para casa” é narrada com alegria e com o mais brasileiro dos ritmos: o samba :) Impossível não amar essa música.