Íslander from Inspired By Iceland on Vimeo.
Coisa mais fofa do mundo a campanha Inspired by Iceland, desenvolvida pelo país para mostrar ao mundo a hospitalidade dos moradores da Islândia, indo além dos tradicionais anúncios que mostram a variedade de paisagens como ponto alto.
A Islândia é um país de paisagens exóticas e variadas mesmo, mas o legal desta campanha é que, além de mostrar as belezas naturais, que são muitas, ela faz com que estejamos certos de sermos bem recebidos numa viagem ao país.
No vídeo acima, você vê que até o presidente do país e o prefeito da capital entraram na onda e recepcionaram turistas do mundo todo, para programas típicos, como coletar ostras na costa, comer panquecas no café da manhã, jogar uma partida de futebol com amigos, ou nem tão típicos, como visitar uma mina vulcânica.
Deu vontade de ir para a Islândia já!

Não tem McDonald’s na Islândia. Nem Starbucks, nem as marcas mais conhecidas de fast food, que os viajantes encontram nos quatro cantos do mundo e que a gente sabe que quebram um galho e tanto durante uma viagem.
Eu não sou fã de fast food, mas confesso que já comi muito neste tipo de lanchonete em minhas viagens: é fácil de achar, você sabe o que vai comer, é barato e relativamente gostoso. E com certeza vai “matar” a fome por um tempo considerável. Além de tudo, como o próprio nome diz, é “rápido”, e você pode sair andando e comendo para aproveitar o resto do dia naquela cidade incrível.
Os viajantes gourmet já estão de estômago revirado com este meu relato, ou já pularam este post (só não desistam do blog, eu peço!). Mas a verdade é que eu também acho que o ideal mesmo é viajar e comer a comida típica de cada país, preferindo os locais às grandes redes de fastfood.
E na Islândia, você não terá outra opção a não ser comer “local”. Depois da crise econômica, as três unidades da McDonald’s que existiam neste pequeno e isolado país bateram em retirada alegando não ter condições de se manter nestas “complexas condições econômicas”. Com uma população de apenas 300 mil habitantes e uma localização tão ao norte que já foi escolhida como a casa do Papai Noel, a Islândia deve ser um desafio e tanto para qualquer multinacional.
Foto: Landlopers
Realmente fantástico o vídeo Midnight Sun in Iceland produzido pela Scientifantastic em junho de 2011. Embora o clipe tenha sido feito no ano passado, o fenômeno acontece todos os anos: a luz do sol ilumina a Islândia 24 horas por dia, para a felicidade geral de quem ainda não vivenciou o acontecimento nem tem que se virar pra dormir à noite nessas condições.
O autor do vídeo vagou pela terra do gelo por 17 dias e fez mais de 38.000 imagens, dormindo e comendo apenas no carro para não perder nenhum detalhe, nenhuma fotografia incrível e garantir que tudo saísse perfeito. E ele foi premiado com a dádiva que é poder admirar a paisagem mais bonita, emocionante e fantástica do planeta. Isso sem contar que esse é o maior desafio para um fotógrafo: manter seu relógio biológico no ritmo e ainda assim estar atento e focado no trabalho.
E para quem curte making of’s e detalhes sobre quem produz os vídeos, aqui está uma interessante entrevista com Joe Capra.

Primeiro, porque a Islândia é um destino exótico e um país cuja geografia é diversificada, com paisagens que você só encontra por lá. Segundo, porque os preços estão um pouco mais acessíveis, graças à fase de recuperação pela qual passa a economia do país.
Terceiro, porque você vai poder conhecer uma cultura que, por ter se fechado sobre si mesma, é bem característica, com uma forte personalidade própria, e que mantém viva uma das línguas mais antigas (e estranhas) do mundo. O islandês é capaz de enrolar a língua de qualquer brasileiro (ou de qualquer pessoa que não tenha nascido na Islândia, vale dizer. Lembra-se do vulcão Eyjafjallajoekull??)
A foto acima foi tirada durante o entardecer na Península Snæfellsnes. O território da Islândia é um dos raros resquícios resultantes da era do gelo, que cobriu o país de vales entrecortados por rios, fiordes gigantescos,praias de areia negra, cachoeiras estrondosas e glaciares. Os próprios nativos levam mais de uma vida para descobrir todas as belezas e mistérios deste pequeno-grande país.
Foto: Johnathan A. Esper, Getty Images

Apesar de ser pequeno em território, a Islândia é um país rico em contrastes e em belas paisagens naturais. “A Terra do Fogo e do Gelo” possui gêisers, vulcões ativos, glaciares, montanhas de picos nevados, planícies desérticas, escuras cavernas, cachoeiras, além de seu céu brindar o turista com belas auroras boreais.
Não tem como sair igual depois de visitar um país assim tão diferente. A Islândia é pouco povoada (2/3 da população se concentra na capital, Reykjavik).
A foto acima é do vulcão Hekla. Ele é um dos mais ativos do país, apesar deste lago em seu topo nos levar a pensar o contrário. Localizado no sul da ilha, como a maioria dos vulcões do país, o Hekla já foi conhecido por portão do inferno, e entrou em erupção pela última vez em 2000.
Dentre centenas de maravilhas naturais, este site escolheu 10 para criar uma lista de pontos para não perder em uma viagem ao país. Confira aqui.
Fotos: Alex ‘77, Matt Chapman, pocius, csproete e the rik pics.

Na Islândia, é possível admirar paisagens incríveis em muitos lugares. Dá até para dizer que elas te perseguem enquanto você caminha! E um lugar onde dá pra se maravilhar com algumas das paisagens mais bonitas do país e passar ótimos momentos é o Parque Nacional de Skaftafell.
Esta área, que é um anexo do Parque Nacional de Vatnajökull desde 2008, tem muitas atrações: uma grande área para camping, aberta de maio a setembro, clima agradável durante todo o ano, e vistas magníficas como a oferecida pela cachoeira Svartifoss; a geleira que tem o nome com o qual o parque foi batizado e um bom número de trilhas para caminhadas, algumas bastante acessíveis para os esportistas amadores.
Além disso, o parque não fica muito longe da capital Reykjavik: apenas 330 km. No verão é possível chegar até lá pelo ônibus da Sterna.
Foto | Ben Husmann

A partir de agosto, os baleeiros islandeses vão convidar os turistas a sairem com eles para caçar, dando a oportunidade de buscar as baleias minke, ver e ouvir os arpões quando são lançados, retirar seus órgãos internos, além de dividir refeições que tem, obviamente carne e gordura de baleia como carro chefe. Este tour tem como objetivo, segundo o The Guardian, fazer com que o público mude o ponto de vista negativo com respeito à caça de baleias.
Alguém pode dizer que tem algo de errado nessa ideia. Afinal, quem escolheria ficar mareado em um barco, ver e ouvir baleias sendo feridas por arpões e ser testemunha de sua morte e sofrimento? A questão é que nenhuma baleia será realmente morta durante a demonstração. A ideia, segundo os organizadores, é que as pessoas compreendam o lado cultural do ofício da caça a esses mamíferos. A parte do sangue ficaria de fora…
O grupo responsável por organizar essas viagens, a Associação de Baleeiros Minke da Islândia, espera cobrar dos turistas entre 200 e 300 dólares para levar-los, em grupos de 15 a 20 pessoas, a “experimentar” uma parte desse trabalho. E quem não está nada feliz com esse “pacote turístico” é a associação islandesa de observação de baleias. Curiosamente, a medida que aumenta esse tipo de turismo, aumenta também o consumo de carne desse animal.
Foto | Chris Goldberg

Perigo iminente. O vulcão Hekla ameaça entrar em atividade. Uma das bocas de fogo mais terríveis e ativas da Islândia pode entrar em erupção a qualquer momento, advertem os especialistas. O maior medo é que as cinzas cubram o céu europeu, provocando um novo caos aéreo na Europa, assim como aconteceu com o Eyjafjallajökull e o Grímsvötn.
Melhor nem imaginar o que seria se nuvens de cinzas impedissem as idas e vindas dos aviões em plenas férias de verão na Europa… mas não adiantemos acontecimentos. O vulcão dorme e, ainda que esteja pronto para entrar em erupção, seu despertar poderia não ser imediato, advertem os geólogos. Isso porque sua última erupção começou apenas uma hora e meia depois dos primeiros tremores, em 2010.
A previsão científica que resultou no anúncio de que o vulcão poderia entrar em erupção a qualquer minuto se baseia nos movimentos do magma abaixo da cratera desse impressionante vulcão, que tem 1.491 metros de altura e está situado ao sul da ilha, a 110 quilômetros a leste da capital islandesa, Reikjavik.

Uma poderosa erupção vulcânica na Islândia obrigou as autoridades fechar o aeroporto internacional de Reykjavík. A nuvem de cinzas e fumaça expelida pelo vulcão “Grímsvötn”, muito mais poderosa que a do Eyjafjallajokull que obrigou a fechar o espaço aéreo europeu durante varios dias no ano passado, alcançou uma altura de 20 quilômetros. Apesar disso, os cientistas creem que seu impacto não terá a mesma extensão.
Citado pela Associated Press, o geofísico da Universidade da Islândia Tumi Gudmundsson diz que há uma grande área do sudeste da ilha que caiu na escuridão graças a uma forte chuva de cinzas. Mas está nuvem não está se espalhando rapidamente já que os ventos não estão tão fortes quanto os de abril do ano passado. Em 2010, Thor Thordarson, vulcanólogo da Universidade de Edimburgo, disse que entre os vulcões com maior chances de entrar em erupção estava o Grímsvötn, que já havia entrado em atividade em 2004 (na foto).
O Grímsvötn se encontra sob o glacial Vatnajokull, há uns 200 quilômetros a leste de Reykjavík. Como os outros dois grandes vulcões da Islândia, o Hekla e o Katla, está na Cordilheira do Atlântico, onde se reunem as placas continentais euroasiática e americana. A atividade destes vulcões teve como resultado o surgimento de ilhas vulcânicas, a mais recente formada em 1963.
Segundo o The Times, os cientistas reconstruiram uma linha do tempo de 205 erupções na Islândia, abarcando os últimos 1.100 anos e concluiram que estas erupções acontecem em ciclos regulares. A fase de relativa tranquilidade estaria chegando ao fim, e alguns geólogos advertem que o vulcão Katla representa uma séria ameaça.
Via | news.yahoo.com
Foto | NASA/MODIS Rapid Response System

Se você adora fotografia, é bom começar a pensar em incluir a Islândia na sua lista de países a visitar. Seu território é cheio de cenários como estes que se podem ser vistos nessas fotos de Michael Schlegel, fotógrafo alemão especializado nas fotos preto-e-branco que conseguiu dar uma aura misteriosa a estas paisagens gélidas e envoltas em névoa.
As imagens evocam solidão, natureza virgem, algo de selvagem, e também um pouco o espírito de filmes com estética medieval, como “Crônicas de Nárnia“.
No site do fotógrafo, é possível ver outras séries igualmente belas, de lugares como Turquia, Australia e Nova York. Bom para encantar-se e inspirar-se.
Via Fubiz