
Taí a dica de um lugar lindo e muito original, localizado em um local banhado pelo mar na ilha de Tasmânia, na Austrália, onde é possível passar uma noite desfrutando da costa nas instalações de um museu. Estamos em Berriedale e o museu em questão é se chama Mona (Museu de Arte Antiga e Nova): seu apelo turístico não tem muito a ver com as obras em exposição (sem ofensa, mas esse é o tipo de coisa que é difícil avaliar e depende da opinião de cada um), mas sim com a estrutura para alojamento que foi construído ao seu redor.
Além do expaço para exposições com vista para o último trecho do rio Derwent, e que abriga obras de arte mais ou menos valiosas, o museu privado (o maior da Austrália, inaugurado em Janeiro) oferece acomodações para turistas: são 8 pavilhões nas margens do rio, com sauna, cozinha, lavanderia, internet e piscina infinity.
Os pavilhões receberam os nomes de Roy, Robin, Esmond, Walter, Sidney, Arthur, Brett e Charles, e foram construídos em 2010 para acomodar os visitantes do museu e da cidade vizinha de Hobart. Para aqueles que querem desfrutar o que o Mona tem de melhor para oferecer, há pacotes que incluem alojamento, café da manhã, degustação de cerveja e uma visita ao museu. As diárias custam a partir de 750 dólares.
Double Island Point: estamos na Austrália, em Queensland, o estado que ocupa a porção norte da ilha-continente, cerca de 230 km ao norte de Brisbane. O nome do cabo se deve a “ninguém” menos que o grande explorador James Cook, primeiro europeu a pisar ali, em 18 de maio de 1770.
Acesso livre: possui uma longa faixa de areia branca que se projeta para fora no mar do Coral e um farol, que agora é alimentado por energia solar. Não há estradas, apenas um caminho aberto na natureza, por isso só é possível chegar lá a pé ou com um 4 × 4, mesmo saindo de Rainbow Beach, o resort de onde estas fotografias foram tiradas.
Atividades; aqui é possível praticar observação de baleias (entre julho e novembro) e golfinhos, mergulho em Wolf Rock (formação de quatro pináculos vulcânicos perto dali, considerada por muitos um dos 10 melhores locais de mergulho na Austrália), surf, natação e, claro, voar de parapente.
Foto texaus1

Com suas três centenas e meia de habitantes inscritas no censo - e outras milhares não registradas -, Nimbin é um dos povoados mais peculiares da Austrália. Se encontra a uns duzentos quilômetros ao sul de Brisbane, e a uns 800 ao norte de Sidney. Os meios de comunicação o chamam de “capital australiana das drogas”, título que embora seja um tanto exagerado, não deixa de ser verdadeiro. Nimbin é o último povoado hippie, um lugar onde a cannabis é totalmente liberada. Durante a primavera e o verão recebe um grande número de visitantes e mochileiros, até porque Nimbin não é só maconha: as pessoas, um tanto peculiares, a arquitetura do lugar, tudo isso faz com que seja muito interessante dar uma volta por lá.
A onda hippie que transformou o povoado começou em 1973, cuando se celebrou por lá o Festival Aquarius, uma dessas romarias contraculturais que abundavam na década de 60 e começo dos 70. Muitos dos Aquarians se fixaram no povoado ou formaram comunidades nos arredores, e nos dez anos seguintes outros admiradores da filosofia hippie foram chegando e parando por ali.
Em Nimbin o próprio conceito de normalidade foi transformado. Lá, o que chama a atenção é ter cabelo curto, estar vestido com roupas formais ou não ter um cigarro - do tipo que for - pendurado na boca. O normal é ser hippie. A maconha é vendida e comprada com total naturalidade, e é fumada em público, em qualquer lugar. No cinema local, em vez de poltronas há redes onde, na horizontal e com um cigarrinho nas mãos, é possível desfrutar dos filmes que passam. Há hippis de meia idade, hippies adolescentes, hippies na melhor idade e, claro, crianças hippies. Familias hippies com seus cachorros hippies e suas kombi hippies.
E a última comunidade hippie do Brasil, você sabe onde fica? Descubra aqui.
Via | Fronteras Blog
Fotos | Reprodução
Ocean Sky from Alex Cherney on Vimeo.
Mais um daqueles vídeos simplesmente incríveis em time-lapse. Dessa vez, a homenagem é para o céu da Austrália, mais precisamente dos arredores de Vitória. Um ano de trabalho e mais de 30 horas de material gravado e sintetizado nesse belo vídeo feito por Alex Cherney, que soube muito bem como executar seu trabalho. Ele inclusive ganhou o prêmio STARMUS, concedido em uma concurso de astrofotografia, com todos os méritos.
Se você gostou desse vídeo e quer ver outros similares, você pode assistir aos arco-íris lunares no Parque Yosemite, na Califórnia (veja aqui), o vídeo em stop-motion de uma volta ao mundo (veja aqui), ou o belo vídeo que Joshua Brown fez sobre Coney Island (aqui). Só colocar em tela cheia e curtir…
Via | mdig

Uma enchente sempre é terrível, destrói pontes, alaga cidades interias, encharca os campos e transforma navegáveis até o interior das casas… Mas o que é ruim, pode ficar pior. Na Austrália, que começou 2011 enfrentando inundações terríveis, existe algo além da água assustando moradores e turistas. Algo nada agradável, aliás…
Juntamente com a água dos rios, os 77 mil australianos de Rockhampton precisam se preocupar com algumas criaturas que se encontram de molho nas águas que invadiram as casas: serpentes e crocodilos (o que conferma o fato que na Austrália qualquer coisa pode te mantar!)
De acordo com o Telegraph, o transbordamento do rio Fitzroy teria isolado a cidade do resto do mundo, bloqueando o aeroporto e arrastando para dentro das casas, animais venenosos e famintos.
Existem paisagens tão incríveis, que as vezes é até difícil acreditar que elas são reais. É o caso da paisagem da Capadócia, na Turquia. O cenário natural é tão fantástico, que chegou a ser cogitado como locação para o filme Guerra nas Estrelas, de George Lucas.
Segundo Álvaro Garnero, Lucas desistiu da ideia porque achou que o lugar era “perfeito demais”. Assim, o longa foi rodado na não menos incrível cidade de Mos Espa, que fica no sudoeste da Tunísia. Um país bastante escolhido como cenário de filmes e séries de televisão é a Nova Zelândia. Suas paisagens exuberantes podem ser vistas na saga O Senhor dos Anéis, O Último Samurai e Wolverine, para citar apenas alguns exemplos.
E claro, a Austrália não poderia ficar de fora dessa lista. O país tem um visual tão incrível que salvou o filme homônimo, estrelado por Nicole Kidman e Hugh Jackman, do fiasco total. Ficou curioso? Conheça algumas dessas paisagens fantásticas visitando nossa galeria!
Continuar lendo: Conheça paisagens reais que inspiraram filmes de ficção
Em qualquer lugar do mundo, dar uma passadinha no “bar” é um costume comum a turistas e habitantes. No entanto, esta simples ação pode reservar surpresas incríveis. O pessoal da Lonely Planet relacionou estas sensações em uma lista com os bares mais extravagantes do mundo.
O Giger Museum Bar, é um antro cavernoso, inquietante e obscuro em puro estilo Alien. Também faz parte da lista o bar submarino de Eilat, em Israel, onde é possível olhar os peixes cara a cara. O Depeche Mode Bar, em Tallin, (Estônia) é reservado aos fãs do famoso grupo de rock.
O Albatross de Tóquio é microscópico e claustrofóbico, com três andares. Já o The Hobbit House, de Manila, nas Filipinas, é obviamente inspirado aos personagens da saga de Tolkein. O Bar Nasa, em Bangalore, na Índia, se inspira no interior de uma nave espacial, com raios lasers, turbinas e imagens da Terra visto do espaço. O Regatta Hotel Bar de Brisbane, na Austrália, pode se gabar de um banheiro para os homens com as paredes de vidro: espelhadas verso o salão (pelo menos é o que dizem…).

Hotels.com, famoso motor de pesquisa de hotéis em todo o mundo, publicou o resultado de uma pesquisa realizada com mais de 10 mil viajantes. A pergunta era: Qual o monumento mais bonito e querido do mundo?
Na lista consta, e de um modo muito equilibrado, monumentos espalhados por todo o mundo. Um sinal inequivocável de que a pesquisa foi realizada em nível mundial. A Velha Europa se defende com seis monumentos (metade da lista), seguidos por três nos Estados Unidos e um para a América do Sul, Índia e Austrália. Curiosos? Confira, depois do pulinho, a lista completa…
Continuar lendo: A top 12 com os monumentos mais queridos do mundo

Imagina a cena: você está de férias, fotografando os momumentos. De repente, ao olhar no resultado da foto eis que identifica algo de bem estranho, como um casal fazendo sexo. Aconteceu em Sidney, na Austrália. De acordo com o jornal The Telegraph um homem e uma mulher foram flagrados completamente nus e fazendo sexo em cima da torre do relógio, um dos monumentos mais famosos da cidade.
O casal desinibido foi visto por pelo menos uma dezena de pessoas. Mas existe uma explicação: o edifício funciona como uma casa para estudantes universitários e a imprensa local quer descobrir a identidade do dois estudantes cheio de vitalidade.
As fotos que ilustram o post são de um turista que passava pelo local. Ele declarou: “Outras pessoas também repararam e, quando eu comecei a tirar as fotos, todos começaram a olhar para cima, apontar e rir”
Via: TVi 24

Crise internacional? Quebra da Varig? O governo ainda está tentando entender porque o número de turistas estrangeiros no Brasil não aumenta. Entre 2000 e 2005, o número de estrangeiros mais que dobrou, passando de 2,5 milhões por ano para 5,3 milhões - para cair logo nos anos seguintes. De acordo com a Embratur, em 2008, o número de estrangeiros que desembarcaram no Brasil foi de 5,1 milhões. Em 2009, esse número caiu em 4%, entre e janeiro e agosto.
Os números brasileiros são apenas uma pequena parte do número de turistas que países como a França, Espanha, Estados Unidos, China e Itália recebem. A França, em 2006, recebeu 79 milhões de turistas estrangeiros, praticamente o equivalente de toda sua população. Em 2007, a Espanha se transformou no maior destino de turistas do mundo, superando a França.
Na América Latina, o México é o nosso maior concorrente, com o maior número de turistas estrangeiros, com mais de 21 milhões, quatro vezes mais que o Brasil. Um terço dos estrangeiros que desembarcam no Brasil vem da América Latina. Os números do Brasil são comparáveis aos da Índia e da Austrália, regiões que a Embratur acredita que sejam as melhores bases de comparação.