
Dentro de não muito tempo será possível para os turístas fascinados por história refazer os caminhos percorridos por rebeldes e tropas do exército durante a Guerra de Canudos. Isso porque atualmente, passado mais de cem anos do término do conflito, pesquisadores da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) trabalham na identificação das trilhas e estradas por onde os seguidores de Antônio Conselheiro e as tropas do exército circularam no fim do século XIX e criar um roteiro turístico a partir desses itinerários.
O projeto, que se chama “Canudos – Trilhas do conhecimento”, é financiado pela Petrobras, e buscou identificar os antigos caminhos através de registros audiovisuais e fotográficos. Os estudiosos percorreram sítios, fazendas e locais onde aconteceram as batalhas entre soldados do exército e conselheiristas, fazendo um reestudo da bibliografia sobre Canudos e estudando os relatos dos comandantes do conflito e analisando mapas antigos.
O roteiro turístico se dá em pleno sertão baiano. O projeto-piloto fica em Monte Santo, na Bahia, onde viveu Antônio Conselheiro, antes da chegada a Canudos. De lá saem outras trilhas, como a que passa pelo povoado de Acaru, pela fazenda Sagarana e pela Pedra da Testa Branca, locais por onde circularam as tropas do exército durante a Guerra de Canudos. O desafio do projeto, agora que as trilhas foram identificadas, é criar uma estrutura capaz de receber os turistas.
Fonte | História Viva
Foto | Reprodução
Estamos em Lodz, exatamente no centro da Polônia, que também poderia ser chamada de o novo paraíso dos amantes de cavalos. São 1.812 km de trilhas especialmente pensadas para a montaria. E as trilhas não são a única atração do lugar: além de cerca de 200 centros de equitação presentes na região, ali também se encontram cerca de 1.000 pontos turísticos, entre igrejas, fortalezas e palácios. Todos eles situados ao longo desses 1.812 quilômetros. E não há o risco de se perder, já que por ali também se encontram mais de 30 centros de informações ao turista, onde é possível imprimir um mapa ou alugar um GPS.
E o lugar possui toda a estrutura necessária para quem quer curtir o percurso. É possível alugar cavalos, ter aulas de equitação com professores capacitados e encontrar facilmente alojamento, tanto para cavalos quanto para cavaleiros. Dá uma olhada no vídeo acima (em inglês)!

Conhecida pelo Carnaval e pelo tradicional Barreado, Morretes (PR) é também uma boa opção para quem curte Ecoturismo, já que possui características geográficas propícias para a prática de atividades ao ar livre. A cidade tem se tornado um dos destinos mais procurados por quem quer praticar esportes como montanhismo, rafting, rapel e canoagem; isso porque Morretes fica aos pés da serra do mar paranaense. Além disso, mais de 600 rios passam pela cidade, o que justifica a escolha do lugar para a prática de esportes radicais.
A cidade também possui trilhas para bicicleta e caminhada, como o Caminho de Itupava, que tem 23 quilômetros e leva de quatro a seis horas para ser percorrido, além de ter uma paisagem que impressiona pela exuberância e pela grande quantidade de animais que podem ser avistados no local. Pelo trajeto, cachoeiras, bromélias nativas, pés de açaí, macacos-prego e tucanos-toco saltam aos olhos de quem passa por ali.
Morretes também tem se destacado no turismo rural, graças ao belo artesanato local, cuja especialidade são os móveis feitos com madeira reciclada e cipó-imbê, uma fibra facilmente encontrada nas redondezas.
E para quem quer conhecer um pouco da história da cidade, pode passear pelos engenhos centenários de farinha e cachaça, que estão abertos para os visitantes e mostram um pouco de algumas das atividades econômicas de maior destaque da região.
Fonte: H&T
Foto: PromoBrazil

O Cânion Itaimbezinho, estendendo-se por cerca de 5.800 metros com uma largura máxima de 2.000 metros, onde as paredes erguem-se a uma altura máxima de 720 metros, é o lugar pra quem usa botas de aventura. Localizado entre as cidades de Cambará do Sul e Praia Grande, é considerado o mais famoso dos cânions da região dos Aparados da Serra.
Trilhas e cachoeiras é o que não falta! A Trilha do Vértice, de onde se depara com a Cascata das Andorinhas se despencando de uma altura de 700 metros em direção ao fundo do cânion, é uma das opções. Ou a Trilha do Rio do Boi, fazendo você se sentir submerso no abismo das grandes paredes do cânion.
Agora, se deseja sentir-se sobre ele e ter aquela rara auto confiança e coragem que o opressor ambiente urbano sem horizontes nos tira, faça a Trilha do Cotovelo durante 3 horas para chegar até um mirante que proporciona, talvez, a mais bela visão do cânion.

No Rio de Janeiro, entre Paraty e Angra dos Reis, fica uma pequena ilha de 10 mil metros quadrados, a Ilha do Breu, completamente ocupada por um rústico mas charmoso hotel de mesmo nome.
A visão da praia e a mata ao redor já vale a viagem. Mas há muito a fazer nesse pedaço do paraíso. Esportes aquáticos, trilhas pela mata, onde se pode observar flamingos, araras, pavões, bichos-preguiça e tucanos, pescaria, relaxar na praia privativa, passeios de barco às ilhas vizinhas e mergulho.

A partir deste sábado, 25/04, será possível viajar de São Paulo a Jundiaí em um trem da década de 1960, onde os funcionários estão vestidos com as roupas da época. O percurso de 61 quilômetros é feito pela Linha 7-Rubi da Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM) e passa por 15 estações. O trem recebeu o nome de Expresso Turístico.
O passeio ocorrerá somente aos sábados, com saída na plataforma 4 da Estação da Luz, no centro, às 8h30m. O trem tem uma locomotiva de 1952 e dois carros de passageiros de 1960.
A viagem dura cerca de 1h30 min e conta com dois monitores que informam as atrações dos locais. O governo prevê novas linhas turísticas para maio (Mogi das Cruzes) e agosto (Vila de Paranapiacaba).
Os bilhetes são vendidos todos os dias das 6h às 18h30m na bilheteria de acesso à Pinacoteca, no saguão principal da Estação da Luz. Veja as datas disponíveis.

O nome Itatiaia, que em tupi significa penhasco cheio de pontas, não poderia ser denominação mais apropriada para a cidade, pois basta observar seus arredores para perceber que os índios acertaram em cheio na hora de batizar a privilegiada região. O jovem município do Estado do Rio de Janeiro, criado por Lei em 6 de julho de 1988 por desmembramento de Resende, é emoldurado pelo Parque Nacional do Itatiaia, principal porta de entrada para a reserva, a mais antiga do País, datada de 1937 e famosa por suas imensas formações rochosas.
A altitude em Itatiaia atinge 2.791 metros e existem dois tipos de paisagens na região. Em altitudes até 1.200 metros, predomina a floresta úmida, típica da Serra da Mantiqueira, com a constante presença de cachoeiras. Acima dessa altitude, o visual é dominado por grandes montanhas rochosas, algumas delas lembram agulhas, daí o nome do Pico das Agulhas Negras.

O mais famoso dos revolucionários cubanos havia explorado a América do Sul em moto. Hoje, a Girolibero propõe explorar Cuba girando em bicicleta, percorrendo a Via do tabaco entre velhas destilarias, memórias revolucionárias, ritmos envolventes e sabores inesquecíveis.
Pedalando sobre as trilhas dos bucaneiros, de Ernest Hemingway e de Che Guevara, é possível passar um Reveillon alternativo em todos os sentidos: nada de casacos, nada de carros, nada de grandes festas e atores vestidos de Papai Noel.
A viagem dura 13 dias, custa cerca de 2.000 euros por pessoa e inclui o vôo, os vistos de ingresso, os transfer de/para o aeroporto de Havana e de Havana a Varadero, o tour em bici com acompanhante local que fala inglês e espanhol, um acompanhante italiano, o café da manhã, 4 almoços e 7 jantares durante o tour em bici, 2 dias de all inclusive em Varadero (do 10° ao 11° dia) em hotel 3 ou 4 estrelas ao mar, o aluguel da bici (exceto 2 dias em Havana e 2 em Varadero), o ônibus durante il tour, o transporto de bagagem e seguro sanitário e para o bagagem.
O tour acontece ao longo das estradas mais planas, secundárias e de pouco tráfico; alguns sobe e desce portanto é necessário ter um pouco de prática com a bici: caso faça muito tempo que não suba em uma bicicleta…
Foto| Flickr
A esquecida costa de Camboja é um work in progress que deverá gerar a publicação de um livro até o final do ano: conta dois meses de viagem ao longo da fronteira meridional do país, pelo território selvagem que será transformada em pouco tempo uma autoestrada para uma localidade turística.
Muitos capítulos do livro podem ser lidos em rascunho no site do escritor Rucksack Wanderer, enquanto que as fotos do seu companheiro de viagem poderão ver através deste site.
Em português seria a viagem de Stefano Iucci, com uma página dedicada a fábrica de divertimento radioativa de Sihanoukville.
O Canadá oferece inúmeras paisagens fabulosas, ideais para o ecoturismo. Uma experiência pode ser um giro sobre a floresta graças ao tree trek, expressão que reúne as formas de escalada em árvores, organizadas por Zip Trek Ecotours em Whistler, na British Columbia.
A aventura se repete 365 dias por ano, porque em qualquer situação atmosférica é possível percorrer 7 pontes suspensas, passarelas e plataformas ancoradas sobre cedros e abetes. Em meio a natureza, mas sob um outro ponto de vista.
Porém, a verdadeira experiência de adrenalina consiste no zip tree tour: um percurso com equipamento de proteção a cerca de 61 metros de altura e 80 km/h. Para ter uma idéia do que isso significa, vai à galeria fotográfica do site que mostra momentos durante o verão, mas também corajosos que encararam um vale branquíssimo de neve.
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