A paisagem de Tengger, na parte leste da ilha de Java, que pertence à Indonésia, é de quando o reinado dos dinossauros via sua extinção. E essa imagem pitoresca atingiu seu ápice com a erupção do Monte Bromo, que se levanta em meio à planície conhecida como Mar de Areia, no Parque Nacional Bromo Tengger Semeru.
A consequência prática mais evidente da erupção é a queda constante das cinzas nos arredores do vulcão, que já criaram um manto que possui 40 centímetros de expessura. O parque nacional é um ponto turístico muito popular, mas a atividade hoteleira teve que ser interrompida por causa das cinzas, da interrupção do fornecimento de enrgia elétrica e de água.
Via | news.xinhuanet.com
É preciso chegar na Indonésia, o maior arquipélago do mundo (conta com mais de 17 mil ilhas) para admirar o Templo de Borobudur, um lugar sagrado do budismo, consutruído em uma colina no século IX: tem uma base de 122 metros quadrados e 35 metros de altura e ainda, cinco quilômetros de baixo-relevos e 500 estátuas de Buda, tudo apoiado a 1.600.000 blocos de pedras. A partir do século XI, uma série de cataclismas naturais e erupções vulcânicas cobriram a construção de detritos e a zona ficou abandonada até o início de 1800, quando casualmente foram localizadas as ruínas. Apenas em 1855 a imensa construção voltou à luz.
O templo-montanha é composto por 10 terraços, um para cada fase do caminho espiritual verso à perfeição, divididos em três níveis, correspondentes às três esferas budistas: isso representa a estrutura do universo e influenciou as escolhas dos arquitetos que realizaram o templo de Angkor, na Comboja.
Foto:Flickr

O Monte Sinabung, vulcão localizado no planalto de Karo, no norte de Sumatra, Indonésia, que estava inativo havia 400 anos, entrou em erupção no último dia 29. As colunas de fumaça que sairam de sua cratera chegaram a 1.500 metros de altura. As autoridades locais evacuaram ao menos 12.000 pessoas que viviam na região. Não houve vítimas e o tráfego aéreo não foi afetado.
A Indonésia possui pelo menos 150 vulcões em atividade, muitos dos quais entraram para a história pela intensidade de suas erupções. A erupção do Krakatoa em 1883 teve efeitos globais, e a do Monte Tambora em 1815 entrou para a história como a mais violenta de que se tem notícia. Desde o ano 2000, já entraram em erupção o Krakatoa, o Papandayan, o Merapi, o Tengger, o Raung e o Semeru, cuja erupção, ocorrida em 2007, pode ser vista em um vídeo logo depois do pulo.
Continuar lendo: Indonésia: vulcão entra em erupção após 400 anos de inatividade

O banco UBS, a cada três anos, redige um relatório detalhado e muito interessante sobre o custo de vida nas principais cidades do mundo. O relatório completo contém vários dados e expor todos no post seria muito difícil. No Flickr existe um gráfico que nos ajudar a matar a curiosidade.
Eis algumas: Em absoluto, Oslo é a cidade mais cara do mundo, seguida por Zurique. As mais econômicas são Mumbai e Manila. Para comprar um carro em Copenhagen, você gastaria sete vezes mais do que em Nairobi (os valores são sempre absolutos, não quer dizer que uma Ferrari custe sete vezes menos).
A comida na Suiça é mediamente 45% mais cara que no resto da Europa, ; em Tóquio, com 12 horas de trabalho você consegue comprar um BigMac , contra as 136 horas de suor em Jacarta! E se o assunto é trabalho, em Roma, por exemplo, por uma hora de trabalho se recebe oito dólares e em Oslo, voltando à cidade mais cara do mundo, US$ 15,80.
Foto: Flickr

Esta imensa flor (na verdade, não é uma flor, mas uma “inflorescência”), mais alta que um homem adulto, é a maior do mundo, e também a mais mal-cheirosa. Seu odor de carne podre lhe valeu o apelido de “Flor-cadáver” pelos nativos das florestas tropicais na Indonésia, de onde ela se origina.
O nome científico da “Titan arum” é Amorphophallus titanium, e ela floresce por apenas 48 h, duas ou três vezes ao longo de décadas. Para conferir uma dessas flores de perto, é preciso aguardar seu período de floração, e visitar um grande jardim botânico, como o Eden Project, na Inglaterra.
Mas ver uma dessas no seu habitat natural, na Ilha de Sumatra, é que deve ser uma experiência única. Quem a descobriu foi o botânico Odoardo Beccari, em 1878.
Foto: Odee

Este por-do-sol em Bali faz parte do álbum fotográfico de marset 27 e è foi feito em Lovina Beach, a longa linha de praias na costa norte de Bali que se estende por cerca 12 quilometros ao longo de varias aldeias de pescadores.
Nessa zona é possível hospedar-se em vários hotéis e resorts E não é raro ver golfinhos de passagem nas águas marítimas que são muito calmas e por isso não adaptas à pratica de surf