Estas dicas de etiqueta foram pensadas para mulheres que viajarão à Síria, mas na minha opinião valem para qualquer país de religião muçulmana. Foram escritas pelas redatora de turismo Priscila Pastre-Rossi, em seu blog, e são bem úteis.
Uma das preocupações mais comuns é se o fato de não estar usando véus ou burcas vai gerar problemas às turistas. A jornalista esclarece que no caso da Síria, isto não é um problema, pois as turistas ocidentais são muito bem recebidas com suas roupas tradicionais, mas vale não abusar: shorts muito curtos, minissaias e decotes não são a melhor escolha.
Vamos às dicas (continuam após o jump):
1) nunca estenda a mão para cumprimentar um homem. É provável que você fique de mãos abanando, literalmente. A maioria deles retribuirá levando uma das mãos ao peito, mas não a estenderá para você. Homens e mulheres, a menos que sejam marido e mulher, pai e filha, irmão e irmã, não costumam se tocar.
Fonte: Blog do Turismo
Foto: Rafael
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Quem já teve a oportunidade de visitar o Crac des Chevaliers, na Síria, garante que a cidadela medieval possui os dois castelos mais bem conservados do mundo. Sua construção não teve, nem de longe, uma nobre motivação - suas paredes foram erguidas durante as Cruzadas, e os castelos foram usados como forte pelos cavaleiros que chegaram ao Oriente Médio com o pretexto de converter os mulçumanos ao cristianismo. Ainda assim, não deixa de ser uma maravilha arquitetônica, tanto que a cidadela foi eleita patrimônio cultural da humanidade pela Unesco.
Para quem pensa em conhecer a Síria, essa é uma ótima dica de passeio. Para entrar nos castelos é preciso pagar 150 dinares, e para ser acompanhado por um guia é preciso pagar mais uns 150, mais ou menos. Mas isso, claro, também depende da sua habilidade para pechinchar…
Via: Viajablog
Foto: Bernard Gagnon

Mais de seis mil lugares, em 54 mil metros quadrados. Estes são “apenas” dois números do “Damascus Gate Restaurant”, o maior restaurante do mundo de acordo com o Guiness. Fica em Damasco, na Síria e conta com uma cozinha de dois mil metros quadrados. Quem quiser comer fora, pode admirar fontes, cascadas, lagos e reprodução de ruínas arqueológicas.
Normalmente, o restaurante absorve uma mão de obra de 1,2 mil pessoas mas na alta temporada, o númro sobe para 1,8 mil funcionários. O menu oferece especialidades típicas de várias partes do mundo mas, as tradições muçulmanas são respeitadas e as bebidas alcóolicas nem passam perto do cardápio. O proprietário, que atende pelo nome de Samman, garante que a grandiosidade do restaurante não prejudica a qualidade da comida servida. Será?
Via: PuoiViaggiare
Foto: Flickr e The Guardian
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