Um safári é uma experiência muito peculiar, perfeita para desfrutar de belas paisagens. E, claro, quem decide participar de um safari costuma ter como objetivo principal observar os animais em seu habitat natural.
Por isso é tão importante escolher bem o destino para não sair decepcionado nesse quesito: quem faz uma viagem como essa espera ver os big five (leão, leopardo, rinoceronte, elefante e búfalo), bem como as paisagens típicas do cerrado africano.
Aqui estão algumas sugestões de onde ir para fazer um safári na África, todas amparadas por fotos belíssimas que não deixam mentir. São os mais belos parques naturais da África, aqueles que não podem faltar na sua aventura: o parque Serengeti, na Tanzânia, o Masai Mara, no Quênia, o Parque Nacional Kruger na África do Sul e Ngorongoro, também na Tanzânia.
Foto | NeilsPhotography, Noel Feans, DavidDennisPhotos.com, blieusong, Marc - who just moved, frederic.salein, Jack Zalium, epcp, wwarby

Os grandes felinos, como os tigres, estão correndo sério risco de extinção, graças à infeliz atuação dos seres humanos no planeta, e um dos pouquíssimos lugares em que ainda se podem avistar estes magníficos animais na natureza é a Índia, que possui reservas onde alguns animais (não chegam a dois mil no total), ainda conseguem sobreviver em liberdade.
“A população estimada desses felinos, dispersa por 13 países asiáticos, é inferior a 4 mil espécimes, e muitos conservacionistas acreditam que sejam centenas a menos”.(fonte)
Um destes locais é o Ranthambore National Park. Nas proximidades da reserva, existe um acampamento de luxo, que na verdade é um resort, todo construído para se ter a sensação de ser um antigo explorador durante um safári. O resort está aberto apenas entre outubro e abril de cada ano, pois esta é a melhor época para observar a vida natural.
O resort foi batizado de Aman-i-Khás, sendo uma combinação da palavra “paz” em sânscrito com a palavra hindi para “especial”. São apenas 10 acomodações, cada uma delas em formato de tenda, com decoração luxuosa, ar-condicionado e aquecimento, banheiro, closets, e apetrechos vintage que vão lhe fazer sentir na década de 10, época de grandes descobertas arqueológicas e de vida natural.
Faz parte da estrutura tendas separadas para refeições, tratamentos de spa e relaxamento. Duas vezes ao dia, excursões guiadas levam os visitantes para o parque, para avistar tigres, leopardos, hienas, crocodilos, entre outros animais. Os visitantes também podem conhecer os antigos fortes presentes na região e as coloridas vilas camponesas próximas.
Diárias são caras, começando em US$ 925 na baixa estação até chegar a US$ 1.100 na alta.

Sabe aqueles filmes glamourosos que mostram exploradores, aventureiros ou outros personagens enigmáticos sobrevoando o deserto num avião monomotor (de preferência, perseguido pelos vilões)? Realizar um safári pela Costa do Esqueleto, na Namíbia, passa a mensagem, mas sem o estresse da perseguição :)
A região é pouquíssimo explorada turísticamente e exige alto investimento e boas doses de coragem para conhecer. Mas é acessível a pessoas de todas as idades que queiram ter uma experiência de vida inesquecível. Durante os safáris, os turistas podem conhecer os habitantes dessa terra árida e hostil, admirar o nascer ou pôr-do-sol do alto de uma duna avermelhada (algumas chegam a 300m de altura), e contemplar a solidão que a paisagem evoca.
O nome Costa do Esqueleto é uma referência sombria ao litoral traiçoeiro para os navegadores, em cujas praias cobertas por neblina existem carcaças de navios e de baleias encalhadas.
Crédito das fotos: The Schoeman Family, Louis Nutt, Leigh & Milan Daniz, Carlos, Dr Geoffrey Farrer-Brown (link)

As suítes do Hotel Tarangire Tree Tops ficam sobre antigos Baobás e árvores Marula, o que lhes confere grandes vistas da savana africana e de um belo lago, o Manyara. O hotel fica no Parque Nacional Arusha, na Tanzânia, e como todo hotel de luxo africano, une a mágica deste continente ao extremo conforto.
São apenas 20 suítes, cada uma com 65 metros quadrados, com varanda privativa e decoração caprichada, que mescla materiais naturais a artigos de design africano contemporâneo.
A sala de refeições fica sobre um grande baobá. Baobás são árvores centenárias que chegam a 25m de altura, consideradas um símbolo da África. A recepção e o lounge têm vista para a piscina e para uma espécie de bebedouro, em que animais da reserva vão constantemente se abastecer.
Safáris guiados podem ser feitos de dia ou à noite, para explorar a vizinhança selvagem.
Continuar lendo: Hotel Tarangire TreeTops, na Tanzânia, tem suítes suspensas nas árvores

Closes perfeitos do país africano que este ano monopoliza as atenções do mundo a partir de junho. Para quem ama fotografia e quer guardar imagens marcantes da África do Sul, ou até treinar enquanto não realiza aquela sonhada viagem para lá, vale a dica deste livro, editado pela revista Viagem e Turismo, da editora Abril.
Em “Retratos da África do Sul“, o fotógrafo Araquém Alcântara não se limitou a retratar as savanas, mas também destacou as pessoas e a arquitetura e atmosfera das cidades do país.
Como descreve a editora:
“A beleza da Cidade do Cabo, o futebol nas ruas de Johannesburgo, os mercados de Durban, os safáris em reservas, como Lebombo e Sanbona; e as vinícolas de Franschoek. Com fotos fruto de trabalho duro - e também muita sorte. Estes instantes estão aqui.”

O Kruger National Park é a maior e mais famosa reserva da África do Sul, sendo o local certo para quem quer vivenciar um safari africano com toda a infra-estrutura.
Entre as opções de hospedagem disponíveis no Parque estão desde pousadas boutique artisticamente decoradas a lodges de luxo, o que torna o local um destino desejado para quem planeja a lua-de-mel.
Existem também vários programas para crianças, como o do Khoka Moya Camp, que realiza sáfaris apenas para os pequenos, durante os quais eles aprendem sobre a vida selvagem, a flora e o ecossistema da reserva.
Foto: Stuart.Bassil

Viajar pelo deserto em cima de camelos pode parecer a você somente cenas de filme. No entanto, é turístico também e possível pelas dunas de Erg Chebbi, perto de Marrakech, na fronteira desértica do Saara, no Marrocos. E por mais que seja difícil subir num camelo, vale a pena!
Porém, pra começar é preciso dizer o nome correto do animal, o dromedário, como o povo local faz questão de corrigir. Depois, é só apreciar a beleza das dunas douradas pelo sol e o céu da noite com o maior número de estrelas que você já viu na vida.
Com paradas de descanso, a jornada é longa e dura cerca de dois dias até chegar-se a Merzouga, o povoado mais próximo da região. Uma pequena aldeia desértica que fará o seu passeio exótico chegar ao topo quando tiver que comer com a mão (e não se esqueça, a direita, já que a esquerda é considerada uma desonra a cultura muçulmana) o Tajine, prato típico oferecido no local.
Opção exótica de dormir é o que não falta. Há os hotéis mais luxuosos, mas não fique na expectativa. Porém, o interessante mesmo é passar a noite num bivouac, uma espécie de acampamento berbere muito comum no local.
Fonte e Foto: Boa Viagem(O Globo) e Business View
O que há para se ver no país africano de Botsuana? A imagem de instabilidade econômica e social é grande, mas nos últimos anos, a economia do país está estável e ele mostra altos níveis de educação e saúde, segundo o site Viagens.pt.
Como sempre, o ponto alto é um sáfari, aventura que mais atrai o turista estrangeiro. Os safáris de Botsuana também permitem que se vejam os chamados “big five” (cinco grandes): leão, elefante, leopardo, rinoceronte e búfalo. Acampamentos sob o fantástico céu africano também podem fazer parte do pacote.
Fonte: Viagens.pt
Foto: FirstBaptistNashville

A Revista Traveler e a Photo District News estão com inscrições abertas até 24 de agosto para seu Concurso Anual Internacional de Fotografia.
O grande prêmio para fotógrafos amadores será um safári de 10 dias para uma pessoa na Tanzânia. O grande prêmio para profissionais será uma estadia de seis noites com tudo incluído, no Coconut Bay Beach Resort & Spa na Ilha de Santa Lúcia, além de outros prêmios.
As categorias são: Retratos (fotos de nativos trabalhando, celebrando, brincando, enfim, realizando suas atividades normais), Paisagens (fotos aéreas, vida selvagem, e vilas), Momentos espontâneos (fotos que capturem momentos divertidos, inesperados), Ensaio de fotos (acima de seis imagens que contem uma história sobre um tema em particular).
A foto acima, de um guia babuíno com uma fila de camelos no Marrocos, é de John Tolsm. Veja outras fotos concorrentes na galeria.
Para participar, clique aqui.
Fonte e fotos: Intelligent Travel Blog

A cratera vulcânica Ngorongoro, na Tanzânia, é considerada uma das maravilhas naturais do planeta por sua beleza e pela grande concentração de animais selvagens, que vivem na região.
Visitantes encontram nas imediações o raro rinoceronte negro, búfalos, flamingos, leões, elefantes e hipopótamos, o que significa diversão garantida para quem gosta de safári. O povo nativo da região, chamado de massai, também é muito típico, com suas vestes e casas tribais.
A Ngorongoro Crater é uma das pousadas mais luxuosas do lugar, e oferece 30 chalés localizados na borda da cratera com vista de cinema do lago central, excelente serviço e comida.
Fonte: 1.000 lugares para conhecer antes de morrer
Fotos: geoftheref, wwarby, DavidDennisPhotos, andresfib | Flickr