
Marrocos é um país de clima semelhante ao do Brasil, quente e com belas paisagens. O país fica ao noroeste do continente Africano e reserva surpresas a quem se aventura por suas ruas. Um país árido e desértico, mas com cachoeiras altas e lindas florestas. O país é cortado pelo oceano atlântico e pelo Mar Mediterrâneo.
É normal a associação ao deserto, mas é errôneo associar o Marrocos apenas a paisagens deserticas e de vazios. Muito pelo contrário, diversas cidades abrigam metrópoles e centros de gerenciamento financeiro. Em vista de que o Marrocos é um país de economia movimentada, e, por isso, é necessária a presença de grandes centros.
Lógico que existe uma série de cuidados que qualquer visitante deve tomar em um país diferente do seu. No Marrocos, talvez o principal deles seja jamais ir à uma medina sem a companhia de um morador do local. Essa pode ser uma aventura arriscada, e que pode levar o visitante a passar por momentos desconfortáveis.
Uma boa dica para quem quer comprar e negociar neste país é visitar os mercados de Djeema El Fna, que é um enorme mercado montado no centro de Marrakech.
Fonte: Revista Turismo

Tem gente pra quem o ano só começa depois do Carnaval. Até lá, o período é de férias, viagens e curtição. Se esse é o seu caso, parabéns. E saiba que um lugar muito bacana para visitar no mês de fevereiro é o Marrocos. Nesse período, por exemplo, dá pra assistir ao primeiro Festival Internacional de Cinema do Tânger, que terá uma mostra competitiva de curtas e longas metragens, e depois acontece o Festival de Cinema e Migração de Agadir, no qual serão apresentados documentários africanos e europeus.
E se o seu negócio é esportes, saiba que entre o fim de janeiro e início de fevereiro acontece a Maratona Internacional de Marrakech, que reúne milhares de atletas de mais de 35 países. Este ano, por exemplo, os favoritos para o pódio são o queniano Elias Kitum e, entre as mulheres, a etíope Gelaw Tsega.
Já os amantes da arte e da história poderão conhecer em breve o novo Museu Nacional de Arqueologia, em Rabat, que além de achados arqueológicos, vai oferecer experiências educacionais e reservar um espaço para expor as descobertas geológicas do país. E finalmente, quem curte a natureza não pode perder uma viagem para o nordeste do Marrocos, onde estão as áreas verdes, e dar uma passadinha na cidade portuária de Nador.
Foto | Flickr

Além de ser a capital dos Emirados Árabes, Abu Dhabi também é conhecida como a Capital do Luxo. E não é para menos: a cidade possui hotéis, resorts, museus e atrações que estão ao alcance apenas dos muito, muito ricos. A curiosidade acerca da cidade aumentou ainda mais depois que Abu Dhabi foi anunciada como locação do filme Sex and The City 2.
E de fato, no longa, Carrie Bradshaw e suas amigas deixam Nova York para passar uma semana na capital dos Emirados Árabes. O que muita gente não sabe, porém, é que as cenas da produção foram gravadas no Marrocos, e não em Abu Dhabi (isso porque a cidade não gostou das críticas que o filme faz ao lugar). O hotel 5 estrelas que aparece no filme, por exemplo, fica em Marrakech, e ainda nem foi inaugurado.
O mercado que aparece em “Sex and the City 2″ também é marroquino. É entre as barracas de antiguidades e bugigangas do souk de Marrakech que as amigas se aventuram. As dunas de areia que aparecem no longa também não pertencem à Abu Dhabi; as cenas foram rodadas no deserto do Saara.
Continuar lendo: Verdades e mentiras sobre a Abu Dhabi de Sex and The City 2

Viajar pelo deserto em cima de camelos pode parecer a você somente cenas de filme. No entanto, é turístico também e possível pelas dunas de Erg Chebbi, perto de Marrakech, na fronteira desértica do Saara, no Marrocos. E por mais que seja difícil subir num camelo, vale a pena!
Porém, pra começar é preciso dizer o nome correto do animal, o dromedário, como o povo local faz questão de corrigir. Depois, é só apreciar a beleza das dunas douradas pelo sol e o céu da noite com o maior número de estrelas que você já viu na vida.
Com paradas de descanso, a jornada é longa e dura cerca de dois dias até chegar-se a Merzouga, o povoado mais próximo da região. Uma pequena aldeia desértica que fará o seu passeio exótico chegar ao topo quando tiver que comer com a mão (e não se esqueça, a direita, já que a esquerda é considerada uma desonra a cultura muçulmana) o Tajine, prato típico oferecido no local.
Opção exótica de dormir é o que não falta. Há os hotéis mais luxuosos, mas não fique na expectativa. Porém, o interessante mesmo é passar a noite num bivouac, uma espécie de acampamento berbere muito comum no local.
Fonte e Foto: Boa Viagem(O Globo) e Business View

No Marrocos, há um hotel que é considerado um símbolo do país, o La Mamounia, que tem suas origens no século XVIII. Transformado em hotel na década de 30, ele alia o melhor da brilhante tradição arquitetônica marroquina e do design art déco.
O ex-primeiro-ministro britânico Wiston Churchill era um de seus hóspedes frequentes. Diz-se que, ao admirar o pôr-do-sol marroquino, ele teria dito ao amigo Franklin Roosevelt: “É um dos lugares mais bonitos do mundo”.
O hotel foi criado numa antiga propriedade do filho de um sultão do século XVIII, repleta de jardins e obras de arte. Após uma cuidadosa reforma de três anos liderada pelo designer francês Jacques Garcia, o La Mamounia ressurge, em toda a sua glória.
Fonte: Folha Turismo
Foto: FamousHotels
Yacout, que significa “Safira”, em árabe, faz jus ao seu nome de preciosidade. Trata-se de um resturante em Marrakesh, Marrocos. Fica numa casa de 200 anos, decorado com tapetes e pétalas de rosas, cheio de salas românticas iluminadas por centenas de velas.
Azulejos, lareiras e mosaicos decoram o ambiente, perfumado com jasmin e cheio da música delicada de uma cítara. Com tanta coisa bonita para se ver, a gente até esquece da comida, mas ela é também um capítulo à parte.
O banquete não tem cardápio, então você come as surpresas, mas são boas surpresas, que lembram o tempo das antigas caravanas. O restaurante só abre para o jantar, e o custo é US$ 60. As sobremesas são servidas num pátio azulejado próximo a um pequeno lago e a uma fonte. Um pedacinho do paraíso, nas terras do encantador continente africano.
Fonte: Livro 1000 lugares para conhecer antes de morrer, de Patricia Schulz

Ao retorno caminhei, descalça, e o dromedário trazia a minha mochila. Mouloud tinha criado para mim um turbante com a minha encharpe de todos os dias, e falamos: “Alguma vez tiveste medo do deserto?” lhe perguntei. E a minha pergunta deve lhe ter parecido estranha, porque se virou com uma expressão duvidosa e me respondeu “não”, com convicção. Depois disto um pouco de silêncio nos tocou: “Quando era pequeno e tinha que cuidar dos dromedários no deserto a noite, sozinho, eu tinha medo. Porque a noite o deserto muda, tudo se torna muito igual e é fácil perder os próprios pontos de referência, isso provoca o medo”.
Assim termina o conto da viagem de Eleonora publicado em Il Tamarindo, que aconselhamos uma leitura para reviver as impressões daquela viagem e folhear lentamente o seu álbum fotográfico, imaginando de estar ao seu lado, abaixados de joelhos, saboreando um chá com Mouloud.
Metamondo, mais do que os “comuns” tours pelas cidades imperiais do Marrocos, propõe 8 dias de viagem em off-road pelo Marrocos, Tour Magia do Deserto, que de Casablanca chega a Marrakech, passando por Ouarzazate, Zagora, Tazzarine, Merzouga, e Skoura. Se parte de Milão, Bolonha, Turim e Roma com a Royal Air Maroc, tendo o apoio de um guia profissional e o tratamento de pensão completa do café da manhã do 2° dia ao café da manhã do último.
Foto | mtsrs.

Em nenhum lugar se come tão bem quanto em casa… mas, se você é um apaixonado por cozinha étnica, gosta dos sabores fortes e das receitas bem temperadas, ama a atmosfera de páprica e currie de alguns locais, talvez se interesse pela classificatória das 10 capitais mundiais do sabor selecionadas pelos utentes de TripAdvisor.
No top está Budapeste, a capital da Hungria. Frango com páprica, fígado de ganso, couve-flor e pimentões recheados, além do gulash e os doces, seriam os melhores pratos para provar passeando ao longo do rio Danúbio. Em segundo lugar, encontramos

As maiores cidade de Marrocos são Fez e Casablanca. Mas isso não significa que elas sejam as mais atraentes. O país ao norte da África, que fica a apenas algumas horas da Espanha e de Portugal, guarda boas surpresas para o viajante.
Uma das cidades mais conhecidas em Marrocos, para os brasileiros, talvez pela música de Caetano Veloso, é Marrakech. A cidade também é conhecida como a “Cidade Vermelha“, por causa de suas construções que levam a cor do nome. Estando lá você pode provar várias delícias da culinária árabe como por exemplo o cucuz. O passeio pela Djemaa el Fna, a grande feira central pode render ótimas compras: tapetes, prataria, especiarias… E é claro que você se depara com coisas bem estranhas aos nossos olhos, como barracas de arrancadores de dentes e até encantadores de cobras. E não se esqueça de pechinchar: é um costume local.
Mas, uma boa alternativa para quem quer escapar um pouco do burburinho da cidade, é alugar um carro e conhecer o interior do país. Nada se iguala ao clima bucólico das estradas interioranas, cercadas de construções de barro vermmelho e pastores (de cabras ou camelos); ou ao por-do-sol visto do deserto.