
Uma cidade maravilhosa para se conhecer e visitar nesse final de ano é Londres, pois há vários pontos turísticos com arquitetura histórica e um ambiente super agradável de restaurantes com comida requintada.
A cidade proporciona um passeio cultural super arrojado como por exemplo visitar o mais famoso relógio do mundo nas alturas, o Big Bang, e depois dar uma passadinha por baixo da ponte que se desarma quando há navios muito altos a Tower Bridge.
Tudo isso é possível quando se quer passear e se tem tempo para tanto, pois ir a Londres é querer voltar a era medieval e passear pelas belezas que o homem antigo deixou arquitetado.
Fonte: Vamos para Londres
Em Londres, os ingleses acordaram pela manhã e se surpreenderam com a grades e paredes da cidade. A dupla Kirsten Rutherford e Lisa Jelliffe, da agencia London’s Brothers & Sisters, espalharam pelas ruas de Londres, Posters em tiras, que são aplicados em lugares nada convencionais. Se você olha e observa a arte de frente,certamente não enxergara nada, ou pelo menos não vai reparar numa arte. Mas ao andar, a imagem vai tomando forma e aparecendo, surpreendendo quem passa. O jeito foge dos parâmetros normais de pintura, não é?
O projeto “Making the invisible visible”, algo como “Fazendo o invisível, Visível” é um projeto dessa dupla criativa de Berlim. Eles fazem arte nas ruas utilizando colagens em objetos urbanos, idéias que deixam a cidade ainda mais charmosa! Você que vai viajar para lá, não se esqueça de reparar mais nos prédios e portões, ok? Confira abaixo o vídeo inspirador sobre o projeto feito em Londres.
Fonte: Mistura Urbana
Quantas Little Venice existirão no mundo? Olha, que possam de fato honrar o título são poucas, e entre essas poucas está a que encontramos em uma região de Londres, claro, com vista para os canais da cidade.
Mas se você optar por incluir em sua viagem à capital inglesa um passeio por Little Venice, não espere encontrar gôndolas ou palácios. Ao norte de Paddington, encontramos uma pequena extensão de água que corre para o Grand Union e o Regent’s Canal. Por lá, há uma infinidade de cafés, pubs e restaurantes com mesas ao ar livre, que ficam em barcaças atracadas ao longo das margens.
Um lugar muito tranquilo, anos-luz longe da agitação do centro cidade, e onde a diversão acontece entre o Puppet Theatre Barge, a Cascade Floating Art Gallery, o Waterside Cafe, no excelente Warwick Castle pub e no pitoresco Caf La Ville.
Fotos | amandabhslater, SPakhrin

Mulheres que adoram aproveitar serviços exclusivos quando viajam vão curtir esse novo serviço de luxo, oferecido apenas pelo Ritz de Londres, no Salão Ritz, que fica no sétimo andar do icônico hotel.
O “Ritz Manicure” é um tratamento criado especialmente para este salão de beleza de prestígio e foi idealizado por ninguém menos que Jeff Pink, o inventor da “francesinha”. E Pink criou exclusivamente para essa unidade do hotel um esmalte de ouro, batizado de “The Ritz”.
A manicure especial, que será feita com o toque de ouro, será realizada por uma esteticista de renome, Anna Gardiner, que também vai receber as clientes do Ritz Londres com todos os mimos e comodidades possíveis, tudo para garantir um serviço de alto nível.
E o tratamento não é exlusividade das muito ricas, apenas. Qualquer pessoa pode contratar 75 minutos do serviço por 90 libras.
Via | TheRichTraveller

Londres, como você sabe, é ponto de encontro de celebridades de todo o mundo. Inclusive, há agências de turismo que se dedicam exclusivamente a “caçar celebridades”, e organizam excursões em busca de locais onde é possível esbarrar em famosos, como os estúdios de Abbey Road, onde os Beatles gravaram, a barra Notting Hill, onde você vê Jude Law e companhia, e os lugares frequentados pelos Rolling Stones, Van Morrison e U2.
É possível até mesmo comprar um mapa que ajuda a descobrir onde se encontram as celebridades em Londres. E para quem vai à caça sozinho, recomendamos o site View London, que lista todos os bares e restaurantes frequentados, antigamente e nos dias de hoje, por vários famosos. E se, por um acaso, você cruzar com o Jude Law, diga que a gente mandou um abraço!
Foto | Lavalen

Entre as capitais do mundo representadas nas obras de Eric Fisher está Londres. Um conjunto de pontos vermelhos e azuis recriam o mapa da cidade, com as margens do Tâmisa, pontes, parques, ruas e bairros. Como explica Carmine, os pontos vermelhos são os lugares mais fotografados por turistas, enquanto os pontos azuis são os mais registrados pelos moradores. E o bacana é que você pode descobrir lugares legais frequentados pelos habitantes locais mas ainda são desconhecidos pela maioria dos visitantes.
A gente notou, por exemplo, que a Elephant & Castle, ao sul do rio Tâmisa, que é muito popular e fotografada por moradores, não é muito fotografada por turistas. Também percebemos que o distrito de Fulham, mais ao norte do Tâmisa, também não é muito frequentado/fotografado. E não entendemos o porquê! Ali você pode fazer compras, os bares e restaurantes são muito bacanas e com preços bem razoáveis. Esperamos que os turistas fotografem mais lugares legais, assim poderemos conhecer outros locais bacanas quando estivermos por lá…
Foto | walkingsf

Quem vai a Londres não pode deixar de conhecer, além das atrações turísticas mais tradicionais da cidade, um dos bairros que mais mudaram nos últimos 30 anos. O Canary Wharf é, sem dúvida, um exemplo de transformação. Nascido como o porto de Londres, na Ilha dos Cães, a partir do século XVI foi sede das atividades portuárias de um país que, na época, era a maior potência mundial.
Em 1980, com as mudanças nas técnicas de navegação e transporte, o porto foi fechado e então começou a incrível transformação. Os armazéns e depósitos deram lugar a uma das áreas residenciais mais valorizadas de Londres, juntamente com um complexo comercial e um centro de diversão noturna. Sem contar que a população que vive na região aumentou de 7.000 para 42.000, em menos de dez anos. Um fenômeno que precisa ser conferido de perto.
Para ter uma dimensão mais exata desse fenômeno, basta olhar para os novos arranha-céus que ficam do outro lado do rio e contrastam com as moradias de dois andares do lado oposto, muito mais simples. Também vale a pena apreciar o pôr do sol na região… rende fotos incríveis!
Foto | Alex Healing

A revista Timeout fez uma enquete na qual os leitores puderam escolher os melhores lugares para conhecer em Londres. A loja mais votada foi a Liberty, pela beleza do edifício e pelos bons preços: mesmo com pouco dinheiro você consegue comprar alguma coisa legal por lá. Já o restaurante mais votado foi o Inamo, que tem boa comida oriental e menus virtuais onde você pode fazer seu pedido com o toque dos dedos. E claro, não poderia faltar um lugar para as crianças se divertirem em Londres. O local mais votado pelos leitores foi o Museu de História Natural.
As categorias são muitas: o melhor gastro pub, cinema, delicatessen, livraria, e assim por diante. Mas os melhores de cada opção ficaram sempre no segundo, terceiro e quarto lugar do ranking, na nossa opinião. Veja a lista completa aqui.
Via | Timeout
Foto | Lavalen
A notícia já estava no ar, mas só agora a compra do hotel Grosvenor House de Londres foi concluída. O comprador: o Sahara India Pariwar, de propriedade do bilionário indiano Subrata Roy. O Royal Bank of Scotland, que assumiu a direção do emprendimento em 2001, concordou em vender o famoso hotel por 470 milhões de libras.
Este hotel de 5 estrelas, que já foi a casa do Duque de Westminster, deve ganhar mais força no mercado internacional com a nova direção. Além disso, prevê-se a adição de outros restaurantes, um centro empresarial, uma discoteca e muito mais.
O Grosvenor, com vista para o Hyde Park, é um marco icônico, com 420 quartos, 74 suites e 27 quartos com decoração requintada. E o prédio possui uma das maiores salas de banquete da Europa, usada para jantares de gala, prêmios de televisão, festas e bailes de caridade.
O edifício data do século 18. Depois de se tornar em 1806 a residência londrina da aristocracia, foi requisitado pelo governo durante a Primeira Guerra Mundial, antes de ser demolido e reconstruído em 1927, para tornar-se hotel de luxo.
Via | Dealcurry.com

A estação Aldwych de metrô de Londres passou por uma reforma e foi reaberta no dia 24 de setembro, para receber tour que relembra os 70 anos do bombardeio alemão na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A estação e os vagões do metrô foram restaurados fielmente para reproduzir o período de guerra.
Aldwych era considerada uma estação fantasma, fechada desde o dia 30 de setembro de 1994. Por manter o seu interior bem preservado, era usada para a gravação de muitos filmes e produções televisivas.
A estação foi uma das primeiras de Londres a ser usada como abrigo contra os bombardeiros alemães. Diante dessa realidade que passou-se no local, a estação foi reformada para recriar o clima da época. Os guias do tour usam trajes de época para contar a história das pessoas que se refugiavam dos bombardeios nas estações de metrô londrinas. Levando assim, os visitantes a reviverem um pouco da história.